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Muitos filmes de grande qualidade não têm o destaque que merecem, passando quase despercebidos. Por razões meramente económicas, as verbas promocionais concentram-se apenas em meia dúzia de títulos "mais comerciais". Para contrariar esta tendência, criámos este espaço de partilha e entre-ajuda, onde todos podem participar: escolha os filmes que achou mais marcantes e deixe o seu comentário.
Foram encontrados 2787 comentários. Resultados de 201 a 220 ordenados por data:
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Amigos Improváveis (Pontuação: 9)
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Uma Amizade Improvável, 2015-08-09
Quem quiser ver um filme revigorante, que faça qualquer um sentir-se bem no final, com bastante riso e sem sentimentalismos, veja este, inspirado num caso real de um deficiente e do homem que dele cuidou, e que se veio a tornar seu amigo íntimo. Grandes interpretações as de François Cluzet e Omar Sy, num choque de culturas que, em vez resultar em conflitos, resulta em amizade e benefício mútuo. Edificante, mesmo se considerarmos que não estamos num registo realista. Talvez por isso, no final vemos os dois amigos na vida real, em Marrocos, para confirmarmos que não é só nos filmes que acontece.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Cães Danados (reposição) (Pontuação: 7)
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Amoral!, 2015-08-08
Nunca tinha visto este filme, pelo que me diverti um pouco descobrindo as experiências do então jovem Tarantino, experiências essas que manifestamente são as antecessoras de Pulp Fiction. Tudo gira aqui à volta de um assalto quase falhado a um comércio de diamantes por grosso, gerando-se todo o tipo de conflitos entre os bandidos à posteriori, tudo isto com muitos "flashbacks" à Tarantino, que nos vão ajudando a perceber como se chegou ao momento presente. Um filme "trash" que se vê com agrado e que dissuadirá qualquer um de se dedicar ao crime violento! A lógica e a credibilidade de várias das situações deixam a desejar. Também o humor de Pulp Fiction é muito superior. Ao contrário de Pulp Fiction, aqui não se salva ninguém de entre os delinquentes, são todos repelentes.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
A Onda
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O Fascismo Dissecado, 2015-08-06
Antes de mais, porque é este filme alemão? Alguma coincidência? Não, é que esta situação de pertencer a um grupo de obediência cega a um homem ficou marcada a ferro e fogo na alma desse grande povo com o nacional-socialismo. Há pois uma parte de catarse neste magnífico exercício artístico que é Die Welle. Mas ele é magnífico porque nos restitui convincentemente e nos dias de hoje aquilo que normalmente é ignorado propositadamente, o entusiasmo, a embriaguez, o poder do grupo, no fundo, a sedução da autocracia. Em baixo, Guilherme é brilhante quando diz que este é um filme que nos faz pensar. E compreender ou confirmar que nunca devemos baixar a guarda, acrescento eu.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Citizenfour
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Inquietante, 2015-08-05
Este sim é um grande documentário, e um documentário devastador para o Império Americano em que vivemos. Laura Poitras e Edward Snowden fazem mais estrago juntos do que todos os
"occupies" juntos da América. Porquê? Porque aqui cheira à verdade por todo o filme. Este é o filme que todo o governante americano gostaria que os americanos não pudessem ver. Bem, é melhor não lhes dar ideias!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Capitalismo - Uma História de Amor
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Propaganda 100% Pura, 2015-08-05
Um filme que é uma mistificação deliberada, e o pior de Michael Moore, que eu tenha conhecimento. Sei que desisti de o ver, pois não tinha mesmo nenhum interesse. O estilo é aquele a que Michael Moore já nos foi habituando, por isso quando não há nenhum conteúdo, como aqui, torna-se penoso. Bola preta para o autor de Farenheit 9/11 e de Sicko.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Inside Job - A Verdade da Crise
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Demagogia, Feita à Maneira!, 2015-08-05
Vi este "documentário" no grande ecrã, e fui ao engano. Não passa de um daqueles enlatados prontos a encher e a ressoar em cérebros vazios, ou em cérebros já formatados para receberem "teorias da conspiração". Ao menos o filme de Costa-Gavras, O Capital, sendo ideologicamente da mesma factura de Inside Job, vê-se com interesse, mesmo para quem não adere aos seus pontos de vista. Aqui não, os seus autores parecem ter acreditado que juntando uma molhada de declarações (obviamente as que lhes interessavam) iriam conseguir um objecto que acrescentasse algo ao que todo o mundo já então sabia. O que saiu foi uma obra superficial, irrelevante, e ENGANOSA. Um exercício de ... demagogia.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
À Procura de Sugar Man (Pontuação: 4)
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Mitos Pré-Fabricados "Made in USA", 2015-08-04
À Procura de Sugar Man é um documentário muito criticável, manipulador do espectador no mais alto grau, e que lhe deixará tantas questões sobre o verdadeiro Sixto Rodriguez como aquelas que tinham os seus fãs na África do Sul. Só quatro, das muitas que me ocorrem: porque não averiguaram os autores do filme até ao fundo da questão quem realmente recebeu os direitos de autor da África do Sul? Porque não há negros no concerto de 1998 de Rodriguez na África do Sul? Porque razão as autoridades de Pretória, nomeadamente Nelson Mandela, não prestaram nenhuma homenagem a Rodriguez? Porque nenhuma das suas mulheres depôs, e nada é dito sobre a sua vida familiar passada, para além da presença das três filhas que a atesta? Enfim, um filme a manipular com luvas protectoras e máscara, e com cheiro a narcóticos. Quanto ao artista em si, Rodriguez, não conhecia, e foi um bom cantautor lá por 1970. Não fiquei com mais nenhum interesse nele. A vida continua, para mim sem Rodriguez e sem o seu marketing. Cuidado, é marketing americano, e é bom.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Os Maias - Cenas da Vida Romântica (Pontuação: 7)
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Ambição do Cinema, 2015-08-04
É difícil comentar e classificar este último filme de João Botelho, um dos pouquíssimos realizadores portugueses para além do imenso Manoel de Oliveira dignos de respeito e admiração. Ao pegar num romance como Os Maias, ou em qualquer outro grande romance da literatura universal, João Botelho partia com a certeza de que nunca o iria suplantar com o seu filme. O mínimo a que deve aspirar um realizador que adapta para o grande ecrã uma obra-prima da literatura é não a trair, e creio que isso foi conseguido por João Botelho. Será tal suficiente? A cada um a sua avaliação.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
12 Anos Escravo (Pontuação: 9)
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Habemus Filme!, 2015-07-31
Estranho um pouco ser eu o primeiro a comentar este filme "oscarizado", e que merece mais do que um comentário, merece um grande aplauso. Steve McQueen o actor tem agora um rival muito forte a disputar-lhe o nome, Steve McQueen o cineasta inglês autor de 12 Anos Escravo, entre outros. Talvez por desconfiar de tudo o que tem um carimbo da moderna Hollywood em cima, não vi este filme em sala, e fiz mal. Vamos acompanhar a vida de um negro livre do norte dos EUA desde que é enganado, raptado, vendido e reduzido à escravatura em 1841, até que é localizado pelos seus amigos e família numa plantação de algodão da Luisiana 12 anos depois, de onde a lei o virá resgatar, e de onde nunca teria saído provavelmente não fora esse o caso. Mirabolante? Não, apenas uma história real, relatada pelo próprio num livro que escreveu depois de libertado, e em que Steve McQueen e o seu argumentista se basearam. Tal como o foi para Solomon Northup no século XIX, 12 Anos Escravo é pois uma viagem ao inferno na Terra, e muito bem organizada! O "happy end" nada remedeia para o espectador, que levou nas duas horas anteriores com uma das mais acutilantes denúncias alguma vez feitas do horror multimilenar que é a escravatura, a posse de seres humanos por outros seres humanos, como coisas, literalmente como coisas. Aproveito para avisar o leitor para a grande violência física e psicológica e realismo de algumas cenas, que, no meu entender fora de moda, tornam o filme impróprio para todas as crianças e adolescentes, e mesmo para pessoas mais sensíveis. A minha única crítica negativa a 12 Anos Escravo será, quanto a mim, uma imagem demasiado positiva que constrói dos negros, como se a vilania e mesmo a infâmia da escravatura fossem um exclusivo racial, branco. E acabo em branco, a cor do anjo negro do filme, Patsey, que ninguém salvou. O horror, o horror...
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
As Vidas dos Outros
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Os Amanhãs que Cantavam, 2015-07-29
Entre muitos outros benefícios para a humanidade, a queda do comunismo trouxe-nos alguns excelentes filmes alemães, como Good Bye Lenin e este A Vida dos Outros. Trata-se de um daqueles filmes em que não conseguimos encontrar uma razão facilmente identificável para a sua qualidade que não seja o próprio cinema. Não é a história que é excepcional, não são os actores que são excepcionais, etc, mas estranhamente o filme é excepcional. A Vida dos Outros é um daqueles filmes que comprovam a frase de Godard segundo a qual o cinema é a verdade 24 vezes por segundo. Uma ode à liberdade.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Dois Dias, Uma Noite
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Os irmãos Dardenne voltam à carga, 2015-07-28
Os irmãos Dardenne voltaram a acertar em cheio, coisa que já não víamos desde Rosetta. Tal como em Rosetta temos aqui uma jovem proletária em dificuldades, mas desta vez é o seu marido que a empurra e quase força a lutar para manter o emprego, pedindo para isso como se fosse uma mendiga aos colegas de empresa que votem na sua permanência, abdicando eles de um prémio para isso. Tal como Émilie Dequenne em Rosetta, também Marion Cotillard veste a pele da sua protagonista de forma perfeita, o que junto a um argumento sólido e dramaticamente fascinante de dois grandes realizadores dá o que seria de esperar, um muito bom filme. Das melhores coisas que vi nos últimos anos no cinema.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Cavalo de Turim
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Uma Aberração, 2015-07-28
Se o caro leitor quiser ver imagens intermináveis a preto e branco de um cavalo arrastado pelo dono no meio de uma ventania tremenda, que nem cheguei a perceber se era artificial, então veja este "filme". Mas não diga que não foi avisado!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Segredo de um Cuscuz
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Inesquecível Rym, 2015-07-28
As laudas de Angkor são excessivas, mas O Segredo de um Cuscuz vale bem o visionamento, e mostra bem porque Adbellatif Kechiche é hoje um dos raros mestres do cinema francês, e logo mundial. Esta é uma história de famílias magrebinas em França, e tanto a sua cultura como as peculiaridades de cada membro da família são magnificamente tratadas. É tocante o desempenho de Hafsia Herzi, que já mostrou noutros filmes desde 2007 que não foi acaso nenhum. Absolutamente a ver.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Como se Fosse o Céu (Pontuação: 3)
Alugar
Uma Obra Oca, 2015-07-28
Inspirado pelos elogios abundantes que aqui se encontram, pedi este DVD com a esperança cinéfila sempre renovada de encontrar uma pepita de ouro escondida. Infelizmente, não foi o caso. O filme é uma demasiado longa e irrealista historieta romântica lamechas em que os bons vencem os maus, o amor vence a morte, enfim, aquelas coisas que tanto impressionam certas pessoas. Apesar de a história se centrar num coro amador, e, ao contrário do muito recomendável "Os Coristas", nem ao menos podemos usufruir de grandes momentos musicais, apenas de um solo que se destaca um pouco. Uma obra em que quase tudo soa a falso, e, como tal, uma obra oca.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Irreversível
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Irreversível mesmo!, 2015-07-27
Logo o título é genial, para quem já o viu. Não o irá esquecer nunca, por isso é irreversível. A montagem inversa das cenas, começando nos últimos acontecimentos e andando sempre para trás no tempo, também é irreversível, porque o filme não funcionaria se fosse montado cronologicamente. E depois claro a extrema violência de algumas cenas é irreversível, e garanto-vos que vão gostar de poder dizer aos vossos botões que é tudo a fingir. O filme é brilhante e, apesar disso, não gostaria de lhe atribuir uma nota. O filme é brilhante mas, apesar disso, não tenho vontade de o ver de novo. Seguindo a lógica de Alfred Hitchcock de que o espectador é um porquinho da Guiné com o qual o realizador faz experiências, a sensação que tenho é de ter sido um porquinho da Guiné que se sujeitou às experiências de um sádico competentíssimo.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Lobo de Wall Street (Pontuação: 5)
TrailerAlugar
Uma Obra Menor, 2015-07-26
Apesar de ser um filme de Scorsese, de quem nunca esperaria nada de realmente excepcional, resolvi espreitar este "lobo", e mais uma vez confirmei que Scorsese é um artista menor. O filme não passa de uma paródia demasiado longa, por vezes de uma sátira, do mundo do mercado de capitais americano, já tantas vezes abordado pelo cinema, e com muito mais qualidade. Como ponto forte posso apenas dizer que algumas das situações exploradas são realmente cómicas, pelo que me pude rir um pouco. No entanto, pobres almas as que levem aquilo a sério!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Ida (Pontuação: 8)
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A Polónia lambe as suas feridas, 2015-07-26
Um filme que vale a pena ver, e que nos pode dizer muitas coisas diferentes. Filmado num sumptuoso preto e branco, em planos fixos sempre descentrados e de um despojamento mais do que bressoniano, deixa-nos a nós espectadores na angústia de não fazermos a mínima ideia de para onde vai Ida, caminhando pela estrada no plano final. Um filme que partilha com Johnny Guitar e outros o ser um filme em que se sente com toda a força aquilo que se não vê, o passado duríssimo das duas protagonistas. Lamenta-se uma história algo absurda, que impede o filme de atingir outra grandeza.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Estado de Guerra (Pontuação: 1)
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Abjecto Objecto!, 2015-07-25
O facto de este "filme" (sequência de 24 fotogramas por segundo) ter sido premiado nos EUA é, por si só, motivo suficiente para nos fazer constatar a miséria a que chegou o cinema popular nesse país. Uma nulidade!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Gosto dos Outros (Pontuação: 10)
Alugar
Ah, o Sabor do Ano 2000!, 2015-07-25
Este é um filme que se mantém imaculado, e o primeiro realizado pela grande e discreta artista que é Agnès Jaoui. Ela e o então marido Jean-Pierre Bacri "cozinharam" um argumento povoado de franceses normais nos seus ambientes normais, mas que se entrecruzam e vivem momentos extraordinários, isto sem que sintamos estar a ser forçados. Para quem tiver visto o também excelente On Connait La Chanson de Alain Resnais, a trama bem urdida faz lembrar a desse filme, com argumento de Jaoui e Bacri. E depois é o requinte francês, a música impecável, o romance impossível entre Castella e Clara, o trágico e o cómico na mesma cena, só visto. Agnès Jaoui declarou que o seu filme era uma aposta em Castella, nas possibilidades de um homem comum, um pequeno empresário pouco cultivado e pouco considerado. Aposta ganha, e bravo Agnès. Imperdível.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Amor - Edição Especial
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Só para quem vai morrer..., 2015-07-23
Para não haver enganos, o júri de Cannes acertou em cheio nesta escolha, de um filme duríssimo sobre o tabu dos tabus, a morte. De novo Michael Haneke nos mostra porque é um dos pouquíssimos grandes cineastas dos dias de hoje, capaz de desbravar novos territórios para o cinema. Por muito que isso doa a algumas almas empestadas por romantismos.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
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