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Muitos filmes de grande qualidade não têm o destaque que merecem, passando quase despercebidos. Por razões meramente económicas, as verbas promocionais concentram-se apenas em meia dúzia de títulos "mais comerciais". Para contrariar esta tendência, criámos este espaço de partilha e entre-ajuda, onde todos podem participar: escolha os filmes que achou mais marcantes e deixe o seu comentário.
Foram encontrados 2776 comentários. Resultados de 201 a 220 ordenados por data:
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O Cavalo de Turim
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Uma Aberração, 2015-07-28
Se o caro leitor quiser ver imagens intermináveis a preto e branco de um cavalo arrastado pelo dono no meio de uma ventania tremenda, que nem cheguei a perceber se era artificial, então veja este "filme". Mas não diga que não foi avisado!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Segredo de um Cuscuz
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Inesquecível Rym, 2015-07-28
As laudas de Angkor são excessivas, mas O Segredo de um Cuscuz vale bem o visionamento, e mostra bem porque Adbellatif Kechiche é hoje um dos raros mestres do cinema francês, e logo mundial. Esta é uma história de famílias magrebinas em França, e tanto a sua cultura como as peculiaridades de cada membro da família são magnificamente tratadas. É tocante o desempenho de Hafsia Herzi, que já mostrou noutros filmes desde 2007 que não foi acaso nenhum. Absolutamente a ver.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Como se Fosse o Céu (Pontuação: 3)
Alugar
Uma Obra Oca, 2015-07-28
Inspirado pelos elogios abundantes que aqui se encontram, pedi este DVD com a esperança cinéfila sempre renovada de encontrar uma pepita de ouro escondida. Infelizmente, não foi o caso. O filme é uma demasiado longa e irrealista historieta romântica lamechas em que os bons vencem os maus, o amor vence a morte, enfim, aquelas coisas que tanto impressionam certas pessoas. Apesar de a história se centrar num coro amador, e, ao contrário do muito recomendável "Os Coristas", nem ao menos podemos usufruir de grandes momentos musicais, apenas de um solo que se destaca um pouco. Uma obra em que quase tudo soa a falso, e, como tal, uma obra oca.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Irreversível
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Irreversível mesmo!, 2015-07-27
Logo o título é genial, para quem já o viu. Não o irá esquecer nunca, por isso é irreversível. A montagem inversa das cenas, começando nos últimos acontecimentos e andando sempre para trás no tempo, também é irreversível, porque o filme não funcionaria se fosse montado cronologicamente. E depois claro a extrema violência de algumas cenas é irreversível, e garanto-vos que vão gostar de poder dizer aos vossos botões que é tudo a fingir. O filme é brilhante e, apesar disso, não gostaria de lhe atribuir uma nota. O filme é brilhante mas, apesar disso, não tenho vontade de o ver de novo. Seguindo a lógica de Alfred Hitchcock de que o espectador é um porquinho da Guiné com o qual o realizador faz experiências, a sensação que tenho é de ter sido um porquinho da Guiné que se sujeitou às experiências de um sádico competentíssimo.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Lobo de Wall Street (Pontuação: 5)
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Uma Obra Menor, 2015-07-26
Apesar de ser um filme de Scorsese, de quem nunca esperaria nada de realmente excepcional, resolvi espreitar este "lobo", e mais uma vez confirmei que Scorsese é um artista menor. O filme não passa de uma paródia demasiado longa, por vezes de uma sátira, do mundo do mercado de capitais americano, já tantas vezes abordado pelo cinema, e com muito mais qualidade. Como ponto forte posso apenas dizer que algumas das situações exploradas são realmente cómicas, pelo que me pude rir um pouco. No entanto, pobres almas as que levem aquilo a sério!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Ida (Pontuação: 8)
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A Polónia lambe as suas feridas, 2015-07-26
Um filme que vale a pena ver, e que nos pode dizer muitas coisas diferentes. Filmado num sumptuoso preto e branco, em planos fixos sempre descentrados e de um despojamento mais do que bressoniano, deixa-nos a nós espectadores na angústia de não fazermos a mínima ideia de para onde vai Ida, caminhando pela estrada no plano final. Um filme que partilha com Johnny Guitar e outros o ser um filme em que se sente com toda a força aquilo que se não vê, o passado duríssimo das duas protagonistas. Lamenta-se uma história algo absurda, que impede o filme de atingir outra grandeza.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Estado de Guerra (Pontuação: 1)
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Abjecto Objecto!, 2015-07-25
O facto de este "filme" (sequência de 24 fotogramas por segundo) ter sido premiado nos EUA é, por si só, motivo suficiente para nos fazer constatar a miséria a que chegou o cinema popular nesse país. Uma nulidade!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Gosto dos Outros (Pontuação: 10)
Alugar
Ah, o Sabor do Ano 2000!, 2015-07-25
Este é um filme que se mantém imaculado, e o primeiro realizado pela grande e discreta artista que é Agnès Jaoui. Ela e o então marido Jean-Pierre Bacri "cozinharam" um argumento povoado de franceses normais nos seus ambientes normais, mas que se entrecruzam e vivem momentos extraordinários, isto sem que sintamos estar a ser forçados. Para quem tiver visto o também excelente On Connait La Chanson de Alain Resnais, a trama bem urdida faz lembrar a desse filme, com argumento de Jaoui e Bacri. E depois é o requinte francês, a música impecável, o romance impossível entre Castella e Clara, o trágico e o cómico na mesma cena, só visto. Agnès Jaoui declarou que o seu filme era uma aposta em Castella, nas possibilidades de um homem comum, um pequeno empresário pouco cultivado e pouco considerado. Aposta ganha, e bravo Agnès. Imperdível.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Amor - Edição Especial
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Só para quem vai morrer..., 2015-07-23
Para não haver enganos, o júri de Cannes acertou em cheio nesta escolha, de um filme duríssimo sobre o tabu dos tabus, a morte. De novo Michael Haneke nos mostra porque é um dos pouquíssimos grandes cineastas dos dias de hoje, capaz de desbravar novos territórios para o cinema. Por muito que isso doa a algumas almas empestadas por romantismos.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Dia Antes do Fim (Pontuação: 9)
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Dentro da Goldman, 2015-07-22
Com Wall Street II este filme de ficção é o que melhor nos demonstra os mecanismos que ocasionaram a crise financeira mundial iniciada em 2008. Da formação da bolha no imobiliário americano até à sua concentração nas mãos de poucos operadores, está lá tudo, mesmo sendo ficção. Este filme prova como se consegue fazer uma obra actual, dramaticamente fascinante, com excelentes representações, credível, e sem gastar quase dinheiro nenhum. Absolutamente recomendado, mas não se engane, é ficção! (as semelhanças com a Goldman Sachs e a Lehman Brothers são evidentes e explícitas, no entanto). Jeremy Irons domina como Deus Ex Machina.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
A Árvore da Vida (Pontuação: 1)
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As Bad As They Get, 2015-07-22
Deus seja louvado por não ter visto este filme. Bem bastou os euros que gastei a alugá-lo há uns anos atrás. O meu apoio entusiástico a Cláudia GG em baixo, duas linhas bastam para o enterrar (é um filme só porque foi filmado).
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Ágora (Pontuação: 9)
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O Adormecer de uma Civilização, 2015-07-22
Fabuloso fresco histórico, em que assistimos nada menos do que à tomado do poder político pelos cristãos, em Alexandria, e à destruição da cultura clássica. A podridão dos dirigentes da Igreja primordial é-nos dada em todo o seu esplendor, e em vez de cristãos humildes e perseguidos durante séculos, o que temos são homens ardilosos e sequiosos de poder. Se isso não bastasse, Rachel Weisz compõe uma filósofa Hipátia cheia de autenticidade, num desempenho simplesmente soberbo.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
THX 1138
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E que final!, 2015-07-22
Antológica a saída de THX 1138 para o mundo exterior, que ele não conhecia, contra o sol poente, acompanhado pelo som da Matthaus-Passion de Johann Sebastian Bach. Esmagador, como Bach. Pronto, estão avisados, mas vão chorar na mesma.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Avatar (BLU-RAY 3D)
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Imagem de Síntese mas Política Bem Real, 2015-07-22
Sendo como é um prodígio de metacinema, usando a palavra de pedromrsl, Avatar é também um evidente filme de propaganda anti-George W. Bush. Penso que não se perde nada em estar ciente disso, torna-se muito mais fácil de entender "ao que vamos". Eu não, que me bastou uma vez!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Revolutionary Road
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Made in USA, 2015-07-22
Um grande filme de época, um grande filme de casal, um grande filme americano, um grande filme, sem mais. Para mim foi a prova de que Leonardo DiCaprio era capaz de representar. Parece coisa pouca para um actor, mas em Hollywood não é. Winslet imperial, como é hábito.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Indomável
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True Grit, 2015-07-21
É um remake do último filme com John Wayne, de Henry Hathaway, e que recomendo vivamente, True Grit, em português traduzido para "A Velha Raposa". Os irmãos Cohen valem muito mais do que andar a recriar westerns, e quem viu John Wayne e Kim Darby em True Grit não vai querer ver novas versões. Passo.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Dogville
Alugar
E a Graça!, 2015-07-21
Não vou fazer mais elogios a Dogville, um filme magnífico. Venho só juntar à balança a grande actriz que aqui mostra de novo ser Nicole Kidman, certamente num dos seus melhores papéis, se não o melhor. Von Trier é um artista que "espreme" os actores até ao suco, e a Grace de Kidman é a Graça que visitou a repugnante Dogville, USA.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Melancolia (Pontuação: 10)
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A Maior Tragédia do Mundo, 2015-07-21
A crítica foi impiedosa com este filme. E eu vou ser impiedoso com a crítica: não perceberam nada, e limitaram-se a reagir epidermicamente à brincadeira de von Trier em Cannes, declarando ser nazi. Eu próprio fiquei chocado com o relato desse episódio, até ter visto as imagens da agora célebre conferência de imprensa de Lars von Trier - de novo, não perceberam nada, a brincadeira dele pode ter sido de mau gosto, mas era isso mesmo, uma brincadeira. A primeira coisa a referir sobre Melancolia, obra-prima denegrida, é que Melancolia é uma TRAGÉDIA. Uma tragédia que nada fica a dever às dos antigos gregos, e que contém todos os seus elementos, mas tirando partido de uma nova linguagem, o cinema. Mais do que isso, Melancolia é a maior tragédia do mundo, porque é a única em que o mundo inteiro é aniquilado à frente dos nossos olhos. A sua heroína trágica, Justine, numa superlativa interpretação de Kirsten Dunst, é a única que não se agarra ao pó, a única cuja clarividência a leva a ser odiada por (quase) todos os anões que a rodeiam. Terrível filme é Melancolia, que só pode realmente ser apreciado em plenitude no grande ecrã, como terríveis são e serão as palavras de Justine a Claire: "The Earth is evil. No one will miss it". Lars von Trier, nas alturas.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Lamento da Vereda (Pontuação: 10)
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Um Outro Ray, 2015-07-21
Aprende-se mais sobre a Índia, sobre a vida e sobre a humanidade a ver este filme do que em milhares de tratados e cursos. Pather Panchali, traduzido para o Lamento da Vereda, é um dos mais belos filmes do mundo, o filme em que Satyajit Ray filma a fundação da vida de um homem, a sua infância. Com Apu iremos voltar à nossa, por mais diferente que ela tenha sido da de Apu. Uma obra que toca a eternidade, e que a ela pertence.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
A Emigrante (Pontuação: 2)
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Uma desilusão, 2015-07-21
Um filme caricatural de um cineasta sobrevalorizado. Por mais que Marion Cotillard tenha um desempenho assinalável, nada salva a miséria do argumento, que não permite ao espectador acreditar naquilo que vê. Incrivelmente pretensioso, faz-nos duvidar de uma ressurreição do cinema americano.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
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