Cineteka.com - Videoclube de culto para cinéfilos exigentes
Videoclube Adesão Ajuda Preçário Contactos Parcerias Login

Brevemente... Novidades Promoção TOP + Reposições Premiados Ao Acaso Acção Animação Aventura Biografia Clássico Comédia Crime/Policial Desporto Documentário Drama Família Fantasia Ficção C. Film Noir Guerra História Musical Religião Romance Séries/TV Terror Thriller Viagens Western Erótico
Muitos filmes de grande qualidade não têm o destaque que merecem, passando quase despercebidos. Por razões meramente económicas, as verbas promocionais concentram-se apenas em meia dúzia de títulos "mais comerciais". Para contrariar esta tendência, criámos este espaço de partilha e entre-ajuda, onde todos podem participar: escolha os filmes que achou mais marcantes e deixe o seu comentário.
Foram encontrados 2765 comentários. Resultados de 141 a 160 ordenados por data:
-  1-20  21-40  41-60  61-80  81-100  101-120  121-140  141-160  +  ++
No Limite do Amanhã (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 10)
TrailerAlugar
Entretenimento garantido, 2015-10-22
A avaliação do público no IMDB (Internet Movie Data-Base) deste filme é uns raros e bem elevados 8.1, e com razão. Um grande filme, com um enredo sofisticado e intrincado que só se apreciará em plenitude quando visto uma segunda vez :) Acredita.
RECOMENDADO.
Por Bento Pereira (PONTINHA)
As Cinquenta Sombras de Grey (BLU-RAY) (Pontuação: 4)
TrailerAlugar
Pop-chunga, 2015-10-21
Diga-se o que se disser, fenómenos como este são incontornáveis para quem acompanha a cultura pop…, ainda que neste caso estejamos num manifesto exemplo da denominada pop…, chunga.

Talvez devido às malditas expectativas…, nem achei este filme tão mau como alguns o pintam. O argumento é a “história da carochinha 2.0” que se conhece, as personagens quase não existe e as interpretações são risíveis. Mas…, há algum engenho na camera de Sam Taylor-Johnson. Não chega a arte; apenas a engenho.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Transcendence: A Nova Inteligência (Pontuação: 9)
TrailerAlugar
Mais um bom filme sobre AI, 2015-10-19
Mais um filme sobre o tema da actualidade: Inteligência artificial.
Gostas de saber sobre os avanços da AI? Então deves ver este filme.
Este filme debate em profundidade o que pode acontecer quando a Humanindade inventar a primeira AI. Poderão os robots ficar mais inteligentes que os seres humanos, ao ponto de nem sermos capazes de os compreender?
Recomendado
Por Bento Pereira (PONTINHA)
Ex Machina (Pontuação: 7)
TrailerAlugar
Podia ser melhor, 2015-10-19
Este filme capta a essencia do que poderá a ver a ser o primeiro ser com AI. Contudo o facto de a "robot" ser representada por uma atriz de carne e osso e não por um ser gerado por computador cria muito ruído e destroi o propósito do filme. Contudo os efeitos estão bem conseguidos e o enredo é bom.
Vale a pena ver.
Por Bento Pereira (PONTINHA)
Gravidade (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 10)
TrailerAlugar
A não perder, 2015-10-19
Mais um dos poucos filme a ter na colecção. É um filme de qualidade pelo realismo das imagens e pelo realismo das cenas. Astronautas confirmaram que é super realista e o melhor uso do IMAX 3D até à data (http://www.forbes.com/sites/quora/2013/10/17/what-does-a-real-astronaut-think-of-gravity/).
Visto no bom ecrã (>55pol), acrescido de 3D este filme é soberdo e vai-te fazer acreditar que estás no espaço. Vai-te fazer acreditar que estás no vácuo.
Recomendadíssimo.
Por Bento Pereira (PONTINHA)
Interstellar (Pontuação: 10)
TrailerAlugar
Um obra-prima como não se via há muito tempo, 2015-10-19
A melhor visualização dos conceitos mais complexos que a ciência alguma vez abordou. Vários cientistas de renome (desde Stephen Hawking, Neil deGrasse Tyson a Michio Kaku) confirmaram que se trata da melhor interpretação do que um buraco negro poderá parecer. Mais, o filme foi ele mesmo acompanhado por um cientista de renome (Kip Thorne - astrofisico) que ajudou a elaborara as equações que criaram as imagens. O realismo foi tal que como resultado do trabalho do filme, novas descobertas foram feitas (http://www.wired.com/2014/10/astrophysics-interstellar-black-hole/).
Sim, Interstellar é comparável ao 2001 de Kubrick, desde a banda sonora ao realismo das explosões mudas no espaço, indo mais além, debruçando-se sobre conceitos que os comuns dos mortais têm dificuldade em compreender. Apresenta uma visão romântica da engenho humano de uma forma acessível.
Um filme de colecção.
Por Bento Pereira (PONTINHA)
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (BLU-RAY) (Pontuação: 5)
TrailerAlugar
Iñárritu não sabe voar, 2015-10-19
Alejandro González Iñárritu é, provavelmente, o realizador contemporâneo que tenho mais dificuldade em compreender. Será? Dele só conhecia Babel (2007) filme banal, muito aclamado por alguma crítica, e ignorado pelas Academias deste mundo que dão prémios.

Birdman tem um argumento interessante, representações incríveis (Michael Keaton) e, acima de tudo uma cinematografia extraordinária ao recorrer ao sempre difícil plano-sequência.

Mas…, e o diabo está sempre nos pormenores, falta algo que ligue todos os elementos, capte a atenção do espectador e o faça voar nas asas de Birdman. Eu cá…, em momento algum do filme, me mexi um centímetro que fosse do meu lugar no sofá - problema meu seguramente pois desta feita Iñárritu até conseguiu convencer os “académicos”.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Vingadores: A Era de Ultron (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 3)
TrailerAlugar
Aborrecido, 2015-10-13
Li algures sobre este filme: “quando a imaginação vai além de todas as marcas, a criatividade morre e apenas fica o absurdo”. Não posso estar mais de acordo. Praticamente não há aqui vestígios de Cinema. Este surge reduzido a um puro exercício de bang-bang, muito aquém, aliás, do primeiro filme da Saga. Perca de tempo…
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Sciuscia - Engraxador de Sapatos (Pontuação: 7)
TrailerAlugar
Dois rapazes a aprenderem a ser homens, 2015-10-01
Mais uma verdadeira raridade da Cineteka este Sciuscià, filme da alvorada do chamado neo-realismo italiano. É difícil, vendo este filme, não supor que os italianos tenham visto Aniki Bobó e que a obra-prima de Manoel de Oliveira não lhes tenha servido de inspiração e referência absoluta. Se em Aniki Bobó o objecto do desejo dos petizes era a boneca da Teresinha, em Sciuscià dois rapazes pobres no início da adolescência, o mais velho deles sem casa nem família, desejam ardentemente ... um cavalo! São enganados pelo irmão do mais novo e levados a ser cúmplices num assalto sem o saberem, acabando rapidamente reconhecidos pela vítima e presos. Sciuscià é pois um filme de prisão e tribunal, apesar de ser uma prisão para delinquentes menores. O realismo no meio disto todo é bem pouco, mas no fundo estamos perante um melodrama, e que assim termina, em que o realismo nunca é o seu alicerce. Para melodrama, Sciuscià é um filme competente e que qualquer cinéfilo pode ver sem perder o seu tempo. Dois rapazes a aprenderem a ser homens, como no fado Os Putos.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Alentejo, Alentejo (Pontuação: 8)
TrailerAlugar
Um Retrato a Muitas Vozes, 2015-10-01
Parabéns a Sérgio Tréfaut por mais um grande documentário, género fílmico sempre tão difícil, mas em que o autor já tinha mostrado o seu grande talento com Lisboetas. Alentejo, Alentejo é ao mesmo tempo um documentário sobre o Alentejo em 2014 e sobre o mais intemporal cante alentejano. Tréfaut procura vários grupos de cante pelo Alentejo, mostrando-o em vários ambientes, até a ser ensaiado e em rodas de amigos. Mas para conseguir um "enchido alentejano" realmente apetitoso e equilibrado, a música é intercalada com episódios diversos, em que alentejanos "de carne e osso" e de todas as idades dizem de sua justiça, falam deles mesmos, dos seus antepassados, e do Alentejo. Nota-se ao longo de todo o filme uma exigência enorme na qualidade do material usado, seja nos grupos e nas modas, seja nas pessoas e naquilo que dizem. Há uma excepção infeliz, quanto a mim, que é uma curta filmagem de um grupo infantil de "cante" nos subúrbios de Lisboa, que destoa do resto do filme, está lá a mais. Alentejo, Alentejo é um grande retrato do Alentejo popular, na sua grandeza e na sua pequenez, na sua riqueza e na sua pobreza. Absolutamente a ver.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Somewhere - Algures (Pontuação: 3)
TrailerAlugar
Uma Seca, 2015-09-28
Eu confesso, só o nome de Sofia Coppola me levou a ver este filme até ao fim, mas foi escusado, pois nada justifica tal sacrifício. Quem não conhecer a obra da realizadora e vir este filme nunca mais irá querer ver nenhum. Bem, qualquer um tem direito a um fracasso, porque não Sofia Coppola? Se ela tinha alguma coisa a dizer sobre Hollywood, sobre as suas celebridades ou sobre a sua própria vida, não conseguiu. Mostrou que sabe filmar, mas isso já eu sabia, e não basta.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Rua 42 (Pontuação: 9)
TrailerAlugar
Sheer Joy!, 2015-09-26
Terá aqui nascido o género musical, que ainda hoje tem tantos fãs? Não conheço nenhum filme anterior a este que crie o ambiente de mistura de vida, canto e dança que veio a ser o clássico filme musical americano. A história em si, como seria de esperar, não tem a mínima importância, um coreógrafo condenado pela medicina vai pôr em cena na Broadway o seu derradeiro espectáculo, e nós vamos acompanhar essa aventura e alguns dos seus protagonistas. Mas, como acontece nos musicais, o que vale mesmo é assistir às cenas em que o "show" toma conta do filme, e a realidade fica para trás. E não me recordo de um único momento de um único musical que supere a canção e o sapateado final de Ruby Keeler, jovem dançarina de 22 anos, filmada sozinha no palco em corpo inteiro ocupando todo o ecrã. Tanto mais inesperado quanto saído do pico da Grande Depressão. O filme é quase uma afirmação de vitalidade americana perante o infortúnio. No final dos anos setenta, Amália Rodrigues esteve doente com cancro em Nova Iorque, e contou numa entrevista muito posterior que uma das coisas que mais a tinha ajudado então tinha sido ver todos os filmes de Fred Astaire a que conseguiu deitar a mão. Vendo 42nd Street, sem Fred Astaire e sem "monstros sagrados", já encontramos a mesma força vital a que se agarrou a nossa diva do fado, e a que se agarraram tantos americanos numa das suas horas mais negras.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Os Selvagens da Noite (reposição) (Pontuação: 6)
TrailerAlugar
Surpresa positiva, 2015-09-18
Ola boas tardes, este foi o primeiro filme que vi através da cineteka.
Estando em 2015 e vendo um filme de 1979, vou sempre com o pé atrás mas ainda bem que o vi.
Embora sendo um filme sobre gangs não é um filme nada violento, pelo menos hoje em dia, na altura se calhar era violento. Era um filme que tinha alguma curiosidade para ver. Adoro quando os filmes me surpreendem pela positiva, é bom sinal.
Começamos logo a simpatizar pelo gangue protagonista do filme, posso dizer que eles tem uma resistência incrível para aquilo que correm.
Mal começou o filme vi logo caras conhecidas como James Remar mais conhecido como Rayden mortal kombat muito mais novo claro mas com feições que nunca mudam, este talvez mais conhecido.
A minha grande surpresa foi pela qualidade da imagem, filme antigo e em dvd.
É um filme a rever, bom filme.
Por Pedro Neves (AGUAS SANTAS MAIA)
Rounders - A Vida é Um Jogo
Alugar
Lets play!, 2015-09-18
Um filme obrigatório para os amantes de poker e de jogo. Mas também para todos aqueles que gostam de um bom filme.. excelentes actores e um enredo envolvente... vale mesmo a pena! Classificação: 8/10 para mim.
Por Carlos Andrade (AMADORA)
A Última Hora (Pontuação: 8)
TrailerAlugar
Aqui o Crime Não Compensa, 2015-09-10
Um bom filme esta 25ª Hora, em que a Nova Iorque pós-11 de Setembro também tem um dos papéis principais, uma Nova Iorque bem colorida, como seria de esperar com este realizador. Desde o agora longínquo She's Gotta Have It que Spike Lee se manteve como um dos raros cineastas americanos com interesse, e prova-o aqui de novo. Talvez possamos ver o filme como um questionamento sobre o que é importante na vida, através do caso de um traficante de droga prestes a ingressar numa prisão para cumprir uma pesada pena. Não saberemos nada do que será o seu futuro, nem se haverá futuro para ele, mas vamos vê-lo agarrar-se à vida até ao plano final.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Inferno (Pontuação: 8)
Alugar
Uma Boa Surpresa, 2015-09-08
L'Enfer não é o primeiro filme francês com esse título, mas este é mais subtil naquilo que propõe como inferno, cabendo ao espectador a escolha. Podemos chamar a L'Enfer um melodrama, em que as peças que começamos por não compreender se vão encaixando, até ao momento de revelação, para nós e para Céline (Karin Viard, magnífica, como é hábito). Sendo irrealista muitas vezes, como é típico de qualquer melodrama que se preze, L'Enfer consegue mesmo assim apresentar-nos uma mãe do mais horrível que se pode mesmo encontrar. Na minha leitura, é esse o inferno do título, para as três irmãs a quem ela saiu em sortes.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Elas (Pontuação: 4)
TrailerAlugar
Um Filme Alimentício, 2015-09-07
Este é um filme alimentício, como teria dito Luís Buñuel, que serviu pois para a equipa que o fez ganhar o dinheiro para a renda de casa, mas cujas ambições se ficam por aí. Todos o sabem, em arte quando não há nada para dizer, o sexo é o isco que nunca falha. A ideia em si, uma jornalista que investiga junto de prostitutas, tinha potencial para fazer um filme de qualidade, tal como existem documentários do maior interesse feitos com essas profissionais. Mas quando não há uma ideia nem nada para dizer, como aqui, ficamo-nos pelas cenas mais ou menos eróticas, neste caso quase explícitas, mas superficiais ao ponto de vermos as jovens beijar os clientes.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Hannah Arendt (Pontuação: 9)
TrailerAlugar
Da Banalidade, 2015-09-06
Hannah Arendt é uma obra perturbante, da mesma forma que a filósofa política e grande pensadora Hannah Arendt o foi no seu tempo. Não é um filme ao alcance de qualquer um, e eu creio que pessoas sem formação superior não o poderão realmente digerir convenientemente. Margarethe von Trotta centra-se na controvérsia sobre o julgamento de Adolf Eichmann por Israel para nos "restituir" a sua Hannah, mas também visita o seu passado, com destaque para a juventude e para a sua ligação com Heidegger. Quer a excelente interpretação de Barbara Sukowa, quer a recriação do seu "ambiente germânico" nos EUA, com abundante uso do alemão, nos transmitem uma invulgar autenticidade, reforçada pelas imagens e som reais de Adolf Eichmann como réu. Pelos comentários críticos que pude ler acima, parece-me que muitas pessoas leram o filme como sendo sobre a política e o holocausto, talvez pelo seu fascínio (excessivo?) que partilham com Hannah Arendt, pelo mal. Mas o filme chama-se "Hannah Arendt", e penso que é de facto para ser visto como um filme sobre uma mulher invulgar, confrontada com uma humanidade que muitas vezes, apesar de nem sequer a compreender, ou porque se recusa a ouvir umas verdades, a condena. Condena-a porque ela serenamente meditou sobre o que viu em Israel - um "zé ninguém" burocrata da morte sentado no banco dos réus acusado do genocídio de seis milhões de judeus - em vez de rasgar as vestes e soltar urros histéricos e ferozes. Claro que a fria condenação de Eichmann por Hannah Arendt é muito mais dolorosa, porque ela lhe acrescenta ao mal a banalidade, a banalidade do seu ser humano, que não é pessoa, é peça. E este confronto entre o grande cérebro de Hannah e os audaciosos estúpidos que muitas vezes nem sequer a compreendem é, quanto a mim, o essencial de Hannah Arendt. A desilusão dela quando se queixa de que ninguém detectou o único erro que entendia ter cometido no seu trabalho é a essência do filme, a inadaptação da pessoa superior a um mundo de pequenos imbecis militantes. Banais, diria ela!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Alemanha, ano zero (reposição) (Pontuação: 6)
Alugar
Nem Objectivo Nem Fiel, 2015-09-02
Um filme sem dúvida bem feito, mas de um pessimismo que o tempo provou ser injustificado. Rossellini começa por dizer que pretende apenas desenhar um quadro "objectivo e fiel" de uma capital semidestruída onde se levava uma vida "assustadora e desesperada". O que não se pode aceitar é que o filme proponha, como propõe, que o caso de uma família em desagregação num ambiente, naturalmente, muito duro, represente toda uma cidade, ou até um país. Rossellini não é, de facto, objectivo nem fiel, ao não encontrar motivos de esperança no futuro da Alemanha (RFA) ocupada então por ingleses, franceses e americanos. O filme que realmente capta a Alemanha derrotada e o seu futuro não é pois este, é o pouco conhecido e mais tardio Stunde Null. Não podemos deixar de suspeitar das motivações ideológicas de Rossellini para nos oferecer em 1947 uma Alemanha onde a vida era apenas "assustadora e desesperada".
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
A Floresta Petrificada (Pontuação: 8)
TrailerAlugar
Nasceu uma Estrela (Bogart), 2015-09-01
Este é um daqueles filmes dos quais se pode dizer que já não se fabricam. Antes de mais por juntar três gigantes da arte dramática, Bette Davis, Humphrey Bogart e Leslie Howard, cada um deles entregue à personagem que lhe convém. Sendo a adaptação de uma peça de teatro, o filme não foge às suas origens, e é quase todo passado no interior do café da bomba de gasolina do pai de Gabrielle (Bette Davis). Nele se confrontam e enfrentam vários "modelos" de homem, o desistente e derrotado Leslie Howard, mas ainda intelectualmente brilhante, o fora-de-lei cínico Bogart, mas também derrotado, e até o musculoso e pateta empregado da bomba de gasolina, que suspira por Gabi. Vale a pena ver Bogart ainda quase jovem, como vale a pena ver todo o trio. Agradeço à Cineteka por este filme, que nunca tive oportunidade de ver sequer na Cinemateca Portuguesa. Uma verdadeira raridade!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
-  1-20  21-40  41-60  61-80  81-100  101-120  121-140  141-160  +  ++

Últimos comentáriosPróximos Lançamentos
14/Dez
Trailer
14/Dez
Trailer