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Muitos filmes de grande qualidade não têm o destaque que merecem, passando quase despercebidos. Por razões meramente económicas, as verbas promocionais concentram-se apenas em meia dúzia de títulos "mais comerciais". Para contrariar esta tendência, criámos este espaço de partilha e entre-ajuda, onde todos podem participar: escolha os filmes que achou mais marcantes e deixe o seu comentário.
Foram encontrados 2781 comentários. Resultados de 121 a 140 ordenados por data:
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O Menino Nicolau (Pontuação: 10)
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Adorável, 2016-01-25
Filme adorável e encantador. Comédia leve e divertida sobre as aventuras de um menino francês, sua família e seus amigos. A fotografia do filme remete perfeitamente ao imaginário das bandas desenhadas.
Por Anika (LISBOA)
A Propósito de Llewyn Davis (Pontuação: 1)
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Péssimo, 2016-01-25
Muito mau mesmo, nada a recomendar. O filme é lento, o personagem principal é arrogante e indigesto. As músicas são boas, para quem gosta do gênero, mas para quem não é particularmente conhecedor, são cansativas. Não recomendo.
Por Anika (LISBOA)
Suite Francesa (Pontuação: 6)
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Superficial, 2016-01-25
Apesar das excelentes atrizes, a estória é contada de forma demasiado superficial. Parece que estamos a ver um filme feito para a televisão. Uma pena, dado o investimento em excelente caracterização de época e em ótimas atrizes. Talvez agrade as adolescentes, que ainda não viram muitos filmes sobre a segunda guerra.
Por Anika (LISBOA)
Inatingível (Pontuação: 7)
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Uma tarde de glamour, 2016-01-25
Um filme leve e, apesar dos clichets, com boas atuações, e principalmente, com lindos cenários. Situado em Biarritz, é impecável na elegância dos cenários e figurinos. Ótima auação de Audrey Tautou, como sempre. Adorei :)
Por Anika (LISBOA)
Os Guardiões da Galáxia (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 8)
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Espetáculo para a família, 2016-01-24
Um belo filme para toda a família. Conseguiu manter todos os meus filhos e sobrinhos agarrados ao ecrã e no fim toda a gente estava aos pulinhos nas cadeiras. A história é relativamente linear mas aqui e ali consegue surpreender, nomeadamente no fim, quando o salteador-mor sorri ao perceber que foi enganado pelo Star-Lord - ou talvez já soubesse o que se iria passar.
Por António Antunes (LISBOA)
Mr. Turner (Pontuação: 6)
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A Vida de um Excêntrico, 2016-01-24
Mr. Turner é um filme talvez demasiado longo, mas que se vê sem desgosto, sobretudo na falta de coisas melhores. Apesar disso, penso que nos deixa com uma sensação de mediania, de obra que cumpre mas não deslumbra. As escolhas do realizador são muito criticáveis, nomeadamente a iluminação, parecendo ao longo do filme que o sol está sempre brilhando a pôr-se ou a nascer. Enquanto a luz e a fotografia resultam magistralmente no filme sobre Vermeer, A Rapariga do Brinco de Pérola, aqui penso que a coisa não resulta, dá apenas um ar feérico ao filme, postiço. Apesar de se tratar de um estereótipo, a noção francesa de que os ingleses não sabem fazer cinema não deixou de me ocorrer. Mr. Turner vale como viagem à época do romantismo e do início do Império Britânico, da qual a temática marítima por excelência do pintor é um símbolo. Um filme de época "very British", incluindo na excentricidade de Mr. William Turner.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Debaixo da Pele (Pontuação: 3)
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Não gostei, 2016-01-20
Estória inexistente, o filme não passa de uma sucessão de situações que se repetem sem parar, sem que se ofereça qualquer explicação, nem que se possa extrair qualquer sentido. Uma perda de tempo. Imagens bonitas, porém ritmo lento e aborrecido. Realmente não gostei.
Por Anika (LISBOA)
O Mundo Secreto de Arrietty (Pontuação: 8)
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Recomendado para quem conhece Hayao Miyazaki, 2016-01-18
Quem gosta de Hayao Miyazaki (Conan - O Rapaz do Futuro) vai ficar deslumbrado pelos detalhes gráficos das cenas desta história.
Um filme para toda a família onde os mais graúdos tem um lugar marcado.
Por Bento Pereira (PONTINHA)
Perdido em Marte (BLU-RAY) (Pontuação: 7)
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Indeciso: Bom ou assim-assim?, 2016-01-18
Sou amante e leitor de ciência. Vi este filme como uma tentativa de de ser quase um documentário sobre o que será a nossa próxima aventura de humanos no espaço. A última foi em 1969 com a chegada dos Americanos em solo Lunar. Agora sonhamos com Marte.
Este filme, que teve grande apoio científico na sua realização, é uma boa tentativa. Tenta assumir algumas dificuldade ultrapassadas, como a exposição aos raios cósmicos durante o longo voo da Terra até Marte.
Mas assumindo que os avanços científicos permitira ultrapassar essa e outras dificuldade, o filme vê-se bem. Contudo fica uma sensação estranha do final: gostei ou não?
Ainda não sei.
Mas se gostas de ciência e de ficção-científica, aconselho-te a ver e julgar por ti.
Fico à espera da versão 3D, essa sim valerá a pena.
Por Bento Pereira (PONTINHA)
Os Guardiões da Galáxia (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 8)
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Boa ficção, 2016-01-15
Este é um filme estruturado, lógico, coerente, com imaginação, cheio de cor, bom sentido de humor e com imensa tecnologia do futuro. Por isso, a quem goste do género, é um filme a não perder.
Por Mário Silva (CHAVES)
As Mil e Uma Noites: Volume 1, O Inquieto (Pontuação: 7)
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As mil e uma noites - um verdadeiro retrato surreal /social do nosso País há beira mar plantado, 2016-01-15
Um retrato surrealista no nosso querido Portugal, um retrato que de tão absurdo e irracional, INCOMODA, porque é deprimente há quem NÃO GOSTE, mas o mais impressionante deste filme é a tristeza de constatar que aquilo que nos parece ridículo, revela-nos o Portugal profundo que muita gente "distraída" não se deu conta de que existe e que não é revelado nas redes sociais.
Dos três os dois primeiros foi o que mais gostei, realçando o choro da Juiza, no volume 2, Genial!
Por Ana Pais (MOSCAVIDE)
As Mil e Uma Noites: Volume 1, O Inquieto (Pontuação: 2)
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Um Panfleto Que Dura Horas e Horas, 2016-01-09
Desta vez levado pelos encómios da crítica e pelo cartão de visita cintilante que é o filme Tabu, cometi o erro de ir espreitar este filme patético no grande ecrã. Durante alguns minutos aguenta-se, e até permite algum riso. Mas rapidamente já não há nada para dizer, e a vontade de dizer mal do governo português de então parece ser a única coisa que sobra ao realizador. Saí da sala e claro que não fui ver os outros dois. Vejam Tabu, a única coisa até hoje que eu conheça que Miguel Gomes nos trouxe que vale MESMO a pena.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Dinheiro (Pontuação: 10)
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Le Cinéma(tographe) C'est Robert Bresson, 2016-01-05
Antes de mais, é um grande privilégio para qualquer um poder ver este DVD, quer por o filme ser o "último acto" do grande Robert Bresson, quer pela raridade do mesmo - que por exemplo a Cinemateca Portuguesa insiste em passar legendado em espanhol. Ora, o filme é de uma tremenda exigência para o espectador, pelo que poder vê-lo em DVD, e sem a barreira linguística, ao menos legendado em português, ajuda muito. Quem não conhecer a obra e o pensamento de Robert Bresson estranhará muitas coisas em L'Argent, mas não deve atribuí-las ao acaso ou a qualquer incompetência, mas sim a uma linguagem única afinada durante quarenta anos por este génio da sétima arte. Bresson desprezava o cinema comercial do seu tempo e a noção de teatro filmado, e por isso logo desde os anos 1950 deixou de usar actores, substituindo-os por amadores a quem chamava "modelos", e a quem solicitava um tipo de actuação seca e desprovida de todos os maneirismos. Na verdade, Bresson não considerava aquilo que fazia como cinema, mas como cinematógrafo, nome original da máquina dos irmãos Lumière e do cinema mudo. Outra chave para uma compreensão mais rica dos difíceis filmes deste autor é a chave religiosa, que mais explícita ou mais implícita está lá sempre desde Les Anges du Péché (1944). Mas aqui não há moral pronta a comer, nem Bresson se dirige a um público religioso, agnóstico ou ateu. O seu ponto de vista é ocidental e católico, mas o seu realismo é intransigente - por muito que o espectador deseje ou veja o sagrado num filme de Bresson, ele não se encontra lá representado. Pois que para Robert Bresson o cinematógrafo é a arte de não mostrar nada, segundo as suas próprias palavras. Mostrando tudo, acrecento eu! É pena a Cineteka só ter um filme à disposição, porque todos os escassos treze Bressons são geniais, mas um é melhor do que nada. Se por um passe de magia todos os filmes do mundo se perdessem, e ficasse apenas a obra de Robert Bresson, ainda teria ficado muita coisa.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Cinco Mulheres à Volta de Utamaro
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Péssima Imagem, 2016-01-04
Apesar de o filme ser de 1946, isso não desculpa esta péssima edição do mesmo em DVD, com uma imagem cinzenta esbatida que mal permite distinguir os rostos das personagens. Apesar de se tratar de um Mizoguchi, logo e sempre um filme com interesse, Utamaro não se encontra também entre os seus melhores. Com tudo isto, não recomendo, e sugiro antes os outros dois Mizoguchis de que a Cineteka dispõe, e que espero que sejam edições de melhor qualidade.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Silêncio (Pontuação: 9)
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O Mistério do Mundo, 2016-01-02
Este é um estudo impiedoso das relações familiares e sexuais, sob fundo do silêncio de Deus - silêncio no entanto pontuado pelo absurdo e pela presença da morte. Como é hábito em Ingmar Bergman, é um filme no feminino, em que os geniais planos conjuntos das irmãs Ana e Ester mostram tudo aquilo que não mostram (perdoem-me a referência a Robert Bresson os menos cinéfilos). Eu diria que se trata de uma obra que é um protesto do autor face ao Criador de um mundo de tanto sofrimento. O nosso! A única escapatória que o filme oferece a Ana, a irmã revoltada, é a dos sentidos, da sensualidade, do sexo. Mas o olhar do seu filho Johan para a mãe num dos planos finais no comboio mostra bem como o ressentimento e a insatisfação persistem. O vazio existencial referido acima passa assim para a nova geração. Bergman não se decide pela existência ou não de Deus, mostra a sua obra. Por isso o espectador é realmente incomodado e confrontado com o mistério.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
A Estrada (Pontuação: 10)
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O Cinema como Evocação, 2016-01-01
Antes de mais, assinalo a existência de alguns erros factuais na sinopse acima dada de La Strada, como a referência a uma condenação à prisão de Zampanó, que não existe, apesar da rixa que ele provoca. La Strada é um filme sem par na história do cinema, e deixa-nos tão desamparados como a doce Gelsomina o está na sua vida. Gelsomina, interpretada por Giulietta Masina, infelizmente demasiado velha para o papel, enche a obra do primeiro ao último plano, este da dor sem fim do seu brutal companheiro ao saber do destino dela. Gelsomina é a jovem mulher que continua a ser criança, atirada sem cerimónias por Fellini para os braços de um brutamontes saltimbanco que a leva da família, e que a trata com a rudeza que seria de esperar, a uma das naturezas mais delicadas de alguma personagem que o cinema já nos tenha oferecido. A estrada do filme é a estrada da vida para Gelsomina, que sucumbe como seria de esperar de um coração puro como o seu. Obra magistral é La Strada, ao mesmo tempo do mais profundo lirismo e do mais profundo realismo, evocação raríssima do melhor cinema mudo. Tal como Lillian Gish nos filmes de Griffith, Gelsomina fala com os olhos. Tal como Lillian Gish, Gelsomina puxa para si as crianças. De todas as idades!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Táxi de Jafar Panahi (Pontuação: 8)
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É isto "art engagé", 2015-12-28
Por razões que não seria capaz de expor de forma clara, o Irão dos 'mollahs' transformou-se num terreno fértil para o cinema. E quanto mais os artistas são perseguidos pela ditadura teocrática, melhores são os seus frutos que nos chegam. Veja-se Jafar Panahi, que amargou com uma pena de seis anos de prisão por ignorar a censura que o persegue, e que nos aparece em pessoa neste novo filme, tranquilamente ao volante de um "táxi", como que a dizer aos barbudos de turbante "vejam o que me interessam as vossas perseguições e proibições". Pior ainda, o filme é um autêntico e poético ataque frontal ao lixo ideológico que esses 'ayatollahs' tentam há quase quarenta anos impor ao país. Há muito de Marjane Satrapi e de Persépolis no filme Táxi e naquela menina sobrinha de Panahi que ele vai buscar à escola e que se torna na "personagem" principal do filme. Ao trazer a sobrinha para dentro do seu filme, que não é documental, Panahi estará a dizer que é acima de tudo por elas, as meninas do Irão, que ele continua a lutar pela liberdade. Só Jafar Panahi não está em Paris como Marjane Satrapi, ele está em Teerão, à mão para ser atirado para a cadeia na primeira oportunidade.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
As Nuvens de Sils Maria (Pontuação: 6)
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Realidade ou Ficção?, 2015-12-28
Este é um filme que não vi no grande ecrã, antes de mais porque dou pouco crédito ao realizador, Olivier Assayas. No entanto, ele aqui não se sai mal de todo, num filme que pode ser visto como uma reflexão sobre o teatro e sobre como ele afecta os seus intervenientes, particularmente os actores. Assayas deixa Juliette Binoche à boca de cena, como creio que o fez André Téchiné em Rendez-Vous, pelo que haverá uma rima com esse agora longínquo filme da então jovem Binoche. Mas aquilo que interessa Assayas e que nos pode interessar a nós é o que acontece antes de o pano subir. Parece-me que Assayas conseguiu dar conta da relação subtil entre o mundo "real" e o mundo ficcional da arte. O momento em que a assistente Valentina abandona a actriz Maria Enders tal como a personagem Sigrid o faz à personagem Helena na peça é o mais claro ponto de contacto entre a realidade e a ficção. Cuidado com a ficção, pois ela pode tornar-se real!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Magia ao Luar (Pontuação: 8)
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Stanley, um Alter Ego para Woody?, 2015-12-27
Este é um dos melhores filmes de Woody Allen (di-lo um não-fã), sendo o primeiro sinal disso o facto de o próprio não actuar. A crítica não o apreciou, possivelmente porque espera sempre uma coisa apatetada e algo frívola do realizador, e não percebeu, ou não quis perceber, as camadas mais profundas da obra. Não estamos perante o drama puro de Match Point, mas o filme não pode ser considerado uma comédia. Há nele um toque
"hitchcockiano" de suspense e manipulação do espectador, que sente que está a ser "levado" no logro, mas que é forçado a esperar pelo realizador para num segundo, numa frase, já perto do fim, perceber realmente o que está a acontecer. Mas antes de o mistério ser subitamente e inesperadamente revelado, o espectador tem que se confrontar com as suas próprias crenças mais profundas, e revê-se vacilando no lugar de Stanley, magnificamente interpretado por Colin Firth. Se houvesse uma epígrafe para este filme só poderia ser a frase de Nietzsche nele citada, segundo a qual o Homem precisa de ilusões para viver. Assinalo ainda a excelente cinematografia e fotografia do nosso pequeno homem de Nova Iorque, que nos leva aqui a fazer belos passeios pela Riviera francesa dos anos 1920.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Forte Apache (Pontuação: 8)
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Puramente Americano, 2015-12-26
Fort Apache é um filme da maturidade de John Ford, considerado por muitos como um dos mestres absolutos da sétima arte, apesar de inserido na fábrica de filmes da clássica Hollywood, em particular dos famosos 'westerns'. Temos aqui o produto completo, John Wayne e Henry Fonda em plena força, Monument Valley por todo o lado, e uma história puramente americana do século XIX da "conquista do oeste", e que até envolve como referência a guerra de secessão já terminada. O maniqueísmo não ficou completamente à porta, mas as personagens principais são credíveis na sua maneira de ser. Os índios apache que a cavalaria americana combate são apresentados essencialmente como vítimas, o que reforça a credibilidade da obra. Aviso os leitores para que a legendagem em português do DVD está por vezes dessincronizada do som, pelo que esta edição de que dispõe a Cineteka é débil. Recomendo a quem não saiba inglês que não peça este disco.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
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