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Muitos filmes de grande qualidade não têm o destaque que merecem, passando quase despercebidos. Por razões meramente económicas, as verbas promocionais concentram-se apenas em meia dúzia de títulos "mais comerciais". Para contrariar esta tendência, criámos este espaço de partilha e entre-ajuda, onde todos podem participar: escolha os filmes que achou mais marcantes e deixe o seu comentário.
Foram encontrados 36 comentários. Resultados de 1 a 20 ordenados por data:
1-20  21-36  +
Moonlight (BLU-RAY) (Pontuação: 4)
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Acto falhado, 2018-11-17
Moonlight é uma história de amor, violência, homossexualidade, coação, toxicodependência, tráfico…, uma história com gente lá dentro. Moonlight é também a ilustração da Hollywood de hoje, dividida que está em filmes de bang-bang caçadores de milhões na bilheteira e filmes assim…, travestidos de cinema de autor.

Dividida em três partes (Little/Black/Chiron), apenas na primeira há cinema, personagens e uma dúzia de planos bem “rasgados”. Nas demais, o filme arrasta-se, penosa e aborrecidamente. Ainda assim serviu para convencer a Academia a lhe oferecer o Oscar 2017 para “Melhor Filme do Ano” que juntou ao Globo de Ouro também arrecadado.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Han Solo: Uma História de Star Wars (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 7)
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Western cósmico, 2018-11-11
Hans Solo, uma história de Star Wars, foi um fiasco de bilheteira, não tendo, à data em que escrevo, atingido o “break even point”. Compreende-se – à contrário - este desiderato ao ver o filme. O segundo filme da série autónoma "Star Wars Anthology" é muito bom, o melhor pedaço de Star Wars dos últimos anos, quase ao nível da trilogia inicial. Sem palermices pueris, bem escrito, bem realizado, montado num ritmo quase perfeito, fica-lhe contudo a faltar um protagonista carismático para ser ainda melhor - Alden Ehrenreich não tem andamento para estas “cavalarias”.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Rogue One: Uma História de Star Wars (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 6)
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Episódio três e meio, 2018-11-09
Finalmente encontrei tempo na “minha galáxia” para ver Rogue One. E a boa notícia é que o filme é bem melhor do que muito do fel que a crítica espalhou por ai. Não sendo a cinematografia espantosa, o argumento está em linha com a saga e as personagens, podendo ser muito mais bem trabalhadas, não desiludem. O entretenimento é garantido e a banda sonora transporta-nos com luxúria para a clássica Guerra das Estrelas. O fraquinho Darth Vader é amplamente compensado pela fascinante batalha final, travada no ar e em terra, tendo como cenário uma ilha de um planeta tropical que nos remete para a batalha no planeta gelado para “O Império-Contra Ataca”. Aliás, não faltam as referências às origens e isso só pode ser bom. Estando longe de ser uma obra-prima, Rogue One vê-se com prazer.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
A Queda de Wall Street (BLU-RAY) (Pontuação: 8)
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Esta ópera não é para todos, 2017-02-20
Se é daquele tipo de ser humano preconceituosos que pensa que nisto dos Mercados só existe gente má, fuja deste filme. Fuja também, se não está familiarizado com um nível cultural médio acerca dos ditos. Se é preconceituoso, ignorante ou “ambas as duas” não vai entender nada de “The Big Short” – mas vai seguramente sair dele a odiar ainda mais “isso” dos Mercados, ao bom estilo tuga…

[…, evitem fazerem figura de parvo, como faz Jorge Mourinha no Público ao apelidar este filme de “comédia chico-esperta”]

“The Big Short” não é cinematograficamente um filme genial mas é um filme enorme. Bem escrito, muito bem interpretado, bem filmado. Filmado ao ritmo alucinante de um duelo do velho oeste.

Lá, vamos encontrar tudo o que faz com que uns se apaixonem e outros odeiem o Senhor Mercado Financeiro. Os sete pecados mortais e muitos, muitos outros. Uma ópera da contemporaneidade, absolutamente a não perder. Mas, repito, só para alguns…
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
O Caso Spotlight (BLU-RAY) (Pontuação: 6)
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Suficiente, 2017-02-17
Finalmente tive oportunidade de ver o “Best Motion Picture of the Year” 2016. Então é “isto”?

Existe algum cinema em “Spotlight” – o que já não é mau para os tempos que correm. Um excelente argumento – também premiado pela Academia – um belo conjunto de atores, humilde, trabalhador e sempre muito certinho. Talvez até demasiado certinho, pois o filme, quase sempre em estúdio, decorre num ritmo que chega a ser entediante – ate o “nine/eleven” quando chega é recebido com aquele ar…, “outra vez peixe cozido para o jantar?”.

A historia que aqui se conta merecia o oposto daquele tédio. Terrível, vergonhosa e mortal para uma qualquer fé. “Spotlight” não é um mau filme, apenas suficiente.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Point Break - Caçadores de Emoções (Pontuação: 2)
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A evitar, 2017-02-14
É inevitável a comparação com o filme original de 1991. A começar pela cena de abertura. Impossível não recuar instantaneamente vinte e cinco anos. Lá, no Point Break original, havia mais cinema naqueles primeiros dois minutos e meio do que em todo este filme.
De regresso a dois mil e quinze. Como todos sabemos, uma sequência de cenas bem filmadas não faz um bom filme. Point Break 2015 desenrola-se em registo clip de desportos de acção, sem alma, sem personagens, sem intérpretes, sem nada.
É uma pena, para uma produção gigantesca que correu mundo em busca dos melhores cenários e das melhores condições - as fantásticas imagens da temível bancada de Teahupo’o, Polinésia, aqui pateticamente transformada num reef break junto à costa francesa (bolas, que tamanha palermice!) são um bom exemplo.
Filmes contemporâneos como este, transformam produções à época menores, como o original Point Break, em obras-primas.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Em Busca da Felicidade (BLU-RAY) (Pontuação: 3)
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História da carochinha, 2017-02-13
Cinematograficamente paupérrimo, “Em Busca da Felicidade” não passa de uma história da carochinha onde apenas se salvam, no argumento e no filme, Will e o seu filho Jaden Smith. (Quase) perca de tempo…
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
007 - Casino Royale (BLU-RAY) (Pontuação: 7)
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Há muito cinema neste 007..., 2016-03-05
Quase dez anos depois revejo este Bond..., à época escrevi este texto num antigo blogue que agora aqui adapto - pois revendo o filme, revejo-me também no que tinha antes escrito...

Excelente surpresa. Muito mais do que a eficaz realização de Martin Campbell o destaque tem de ir todo para Daniel Craig. O actor britânico monta um Bond clássico (uma personagem à antiga - frio, duro, mau, violento…) que se aproxima do melhor Bond de sempre: Sean Connery. Também aqui o argumento faz toda a diferença; e dando o desconto às inverosimilhanças típicas de um filme de acção, estamos perante uma obra nobre. Quase duas horas e meia que prendem o espectador com momentos de verdadeira catarse. Curiosa é a forma como uma historia com quase cinquenta anos (este foi o primeiro livro de Ian Fleming) se adapta aos nossos dias. Aqui reside talvez o maior trunfo da realização. Veja-se, por exemplo, a primeira verdadeira cena de acção (após um genérico épico) que leva aos limites o desporto urbano da moda [à época].
Há muito cinema neste 007. Consistência num filme rodado em meia dúzia de locais diferentes; do estúdio à Praça de São Marcos, das margens do Como, aos luxuosos resorts das Bahamas sempre num verdadeiro bailado de amor e morte.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Sniper Americano (BLU-RAY) (Pontuação: 6)
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Duro, 2015-12-22
Não esperem facilidades neste “American Sniper”. Eastwood, o último dos Clássicos, oferece-nos uma história de guerra abandonada de qualquer juízo de valor, crua, dura e difícil de digerir. A cinematografia nem sempre é a Maior mas, como sempre em Eastwood, não desilude. O som é sublime. Apesar de ficar aquém dos seus melhores, “American Sniper” merece a nossa atenção.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Grand Budapest Hotel (BLU-RAY) (Pontuação: 8)
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Desenhado, adornado, rebuscado…, 2015-10-26
Se bem me recordo, apenas conhecia Wes Anderson de “The Life Aquatic whit Steve Zissou”, apalermadamente traduzido em Portugal para “Um Peixe Fora de Água”.

Grand Budapest Hotel é um filme maravilhoso, provavelmente o melhor de 2014. Bem filmado e com um argumento genial; interpretado por uma verdadeira galáxia e, sobretudo, realizado com um cuidado no detalhe absolutamente apaixonante…, incrível o foco em encenar com minuciosa perfeição cenas que duram meros segundos.

Um realizador não chega aqui por mero acaso. Ter visto este excelente Grand Budapest Hotel obrigará a que tenha de conhecer melhor Wes Anderson – como aliás é sugerido no comentário anterior…
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Mad Max: Estrada da Fúria (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 3)
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Cinema-elástico, 2015-10-26
Todos conhecemos o Bungee jumping. Já o cinema-elástico…

O cinema-elástico é aquele que se desmorona lá do alto, seguindo o seu caminho e, quando chega a um ponto de não retorno, volta para traz quase tão depressa como lá chegou, não tendo, na verdade ido a lado nenhum, nem sequer tendo saído do mesmo lugar.

É o que sucede com este Mad Max que, desde logo, é um equívoco desde o momento do seu baptismo; devendo se chamar Furiosa, provavelmente a única personagem que encontramos no filme.

No mais, Mad Max é uma gigantesca orgia de pó, barulho e fogo de artificio com fartura.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
As Cinquenta Sombras de Grey (BLU-RAY) (Pontuação: 4)
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Pop-chunga, 2015-10-21
Diga-se o que se disser, fenómenos como este são incontornáveis para quem acompanha a cultura pop…, ainda que neste caso estejamos num manifesto exemplo da denominada pop…, chunga.

Talvez devido às malditas expectativas…, nem achei este filme tão mau como alguns o pintam. O argumento é a “história da carochinha 2.0” que se conhece, as personagens quase não existe e as interpretações são risíveis. Mas…, há algum engenho na camera de Sam Taylor-Johnson. Não chega a arte; apenas a engenho.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (BLU-RAY) (Pontuação: 5)
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Iñárritu não sabe voar, 2015-10-19
Alejandro González Iñárritu é, provavelmente, o realizador contemporâneo que tenho mais dificuldade em compreender. Será? Dele só conhecia Babel (2007) filme banal, muito aclamado por alguma crítica, e ignorado pelas Academias deste mundo que dão prémios.

Birdman tem um argumento interessante, representações incríveis (Michael Keaton) e, acima de tudo uma cinematografia extraordinária ao recorrer ao sempre difícil plano-sequência.

Mas…, e o diabo está sempre nos pormenores, falta algo que ligue todos os elementos, capte a atenção do espectador e o faça voar nas asas de Birdman. Eu cá…, em momento algum do filme, me mexi um centímetro que fosse do meu lugar no sofá - problema meu seguramente pois desta feita Iñárritu até conseguiu convencer os “académicos”.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Vingadores: A Era de Ultron (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 3)
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Aborrecido, 2015-10-13
Li algures sobre este filme: “quando a imaginação vai além de todas as marcas, a criatividade morre e apenas fica o absurdo”. Não posso estar mais de acordo. Praticamente não há aqui vestígios de Cinema. Este surge reduzido a um puro exercício de bang-bang, muito aquém, aliás, do primeiro filme da Saga. Perca de tempo…
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
A Origem (BLU-RAY) (Pontuação: 7)
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Cinema cebola, 2014-11-19
Como todos sabemos as cebolas são constituídas por folhas escamiformes, em camadas. Como todos sabemos, a cebola é um excelente alimento mas, sozinha, de pouco serve – é impossível alguém se alimentar apenas de cebolas. Inception é assim, como as cebolas. Formalmente construído às camadas; excelente…, mas sozinho de pouco serve.

O que eu tento dizer é que no contexto geral da cinematografia de Christopher Nolan, Inception faz todo o sentido. Partindo de um argumento absolutamente genial, revê, aumenta e melhora as fundações cinematográficas lançadas em obras anteriores. E nisso é excelente, repito. Nolan não quer apenas (já tem, aliás) construir uma carreira em Hollywood. Quer ser lenda…

Contudo, tal como em Memento, chegamos ao fim, cansados (felizes, eventualmente)…, com a sensação que estivemos ali a assistir a algo substancial e formalmente muito interessante mas carente de ordem para tanto caos.

Ah…, e o velho truque de “no fim deixas o espectador a pensar” já pouco pega; e só pega quando estamos inexoravelmente perante uma obra maior. Não é o caso…
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Insomnia (Pontuação: 8)
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“Blanc-noir”, 2014-11-16
Por onde começar…? Pelo princípio?

Vamos antes ao fim: que grande filme! Ao contrário de “Memento”, aqui, Christopher Nolan abandona a narrativa desconstruída e oferece-nos, pela primeira vez, algo linear. Com um fim, vagamente, previsível…

Pelo meio encontramos um filme enorme, pleno de cinematografia – brutal decor natural, interpretações incríveis e um texto tão eficaz como balas certeiras: “O bom polícia não consegue dormir porque lhe falta uma parte do puzzle. O mau polícia não consegue dormir porque a sua consciência não deixa”.

Desde o início, encontramos uma estranha forma de “film noir” com um pano de fundo alvo de neve e gelo. O mesmo gelo que vamos encontrando no duelo entre dois homens e que nos leva imediatamente a recordar outro grande filme protagonizado por Al Pacino: "Heat - Cidade Sob Pressão" (1995).

Se não viram, tal como eu nunca tinha visto, vejam. Se viram, vejam de novo.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Memento (Pontuação: 6)
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Pesadelo…, 2014-11-10
Este é o filme que apresenta ao mundo Christopher Nolan, o agora muito em voga autor e realizador. E era um dos muitos itens na minha longa e distinta lista de falhas cinematográficas – é também para isto que serve esta CINETEKA!

Por muita volta que se dê, para atrás e para a frente, o argumento é surpreendente e genial. Mas não é acompanhado por uma cinematografia à altura.

Imagino que à época, em sala, o filme se apresentasse todo ele brilhante. Mas não é…, falta algo que dê corpo e uniformidade a tanta substância.

No fim…, fica um sabor amargo…, parece que estivemos expostos a um interminável pesadelo em loop…, do qual não se vislumbra nem princípio, nem fim. Felizes, apenas, pela porta de saída no “The End” final.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
Homem de Aço (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 7)
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Sim, boa surpresa!, 2014-11-09
“Homem de Aço” revê e atualiza (face às "novas tecnologias cinematográficas” o nascimento e chegada “até nós” daquele que viríamos a conhecer como Super-Homem.

Mais do mesmo, portanto? “Nim”. Sim, mais do mesmo, pois por muitas voltas que se dê estamos sempre no campo da fantástica inverosimilhança; não, porque há claramente o dedo de um tal Christopher Nolan na escrita e produção do filme, que lhe confere profundidade cinematográfica – apesar do 3-D espantar mas não chocar.

É sim uma boa surpresa!
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
House of Cards - 1ª Temporada - Disco 1 (Pontuação: 10)
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Obra-prima, ponto final, 2014-11-07
Não poupemos nas palavras: “House of Cards” é, muito provavelmente, a melhor serie da contemporaneidade.

Argumento denso, texto sublime, personagens completas e interpretações perfeitas. Chega? Não! A tudo isto, que já não seria nada pouco, junta-se uma realização com absoluto rigor cinematográfico. É como se em cada episódio estivéssemos perante uma “pequena” longa-metragem.

Treze episódios, treze tratados sobre a natureza humana e sobre o poder; o tremendo vício do poder. Treze episódios onde não uma sequência, uma cena, um resquício, sequer, de palha. Treze episódios que envolvem o espectador até a catarse.

Obra-prima, ponto final.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
No Limite do Amanhã (BLU-RAY 3D) (Pontuação: 2)
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Cinema falhado, 2014-10-22
Supostamente, “No Limite do Amanhã” chega-nos como um dos grandes blockbuster que Hollywood nos tinha para oferecer este ano. Falhou!

E falhou porque estamos perante um filme com um argumento discutível, vazio de personagens, péssimo na interpretação e banal na realização. Uma amálgama com poucos pés e nenhuma cabeça que chega a ser entediante, onde nem a putativa espetacularidade do 3-D chega para “salvar a cena”.

Em Hollywood o público tem sempre razão; e “No Limite do Amanhã” nem no top 10 dos “highest-grossing films” de 2014 entra.
Por Pedro S. Lourenço (LISBOA)
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