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A Luz é Para Todos (Gentleman's Agreement)
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11 Prémios e 8 Nomeações
Realização:
Elia Kazan
Ano: 1947
País:
EUA
Idade: M/12
Duração: 118 min
IMDB: 7.4 (8.817 votos)
"Excelente... Ousado... Um filme importante", NEW YORK DAILY NEWS.

"Um dos mais relevantes filmes dignos de registo", LOS ANGELES TIMES.

Vencedor de 3 Óscares da Academia, 1947
. Melhor Filme
. Melhor Realizador - Elia Kazan
. Melhor Actriz Secundária - Celeste Holm

O realizador Elia Kazan e o Produtor Darryl F. Zanuck causaram polémica com "A mais arrebatadora história, alguma vez feita no celulóide" (Hollywood Reporter). Este filme, galardoado com três Oscares da Academia, incluindo o de Melhor Filme.
Um dos primeiros filmes a tocar directamente o problema dos preconceitos raciais, numa aclamada adaptação do Bestseller de Laura Z. Hobson, onde Gregory Peck interpreta um jornalista com o trabalho de escrever uma série de artigos sobre o anti-semitismo.

À procura de um ângulo para os seus artigos, acaba por ser ele a fazer-se passar por um judeu - e depressa descobre como é ser vítima da intolerância religiosa. Dorothy McGuire, John Garfield, Dean Stockwell e June Havoc também contracenam neste clássico pós Segunda Guerra Mundial.
Detalhes Técnicos
Duração: 118 min. Vídeo: Standard 1.33:1 [4:3] Preto e Branco
Áudio: Inglês Dolby Digital 2.0
Legendas: Português, Sueco, Norueguês, Islandês, Finlandês, Hebraico, Polaco, Húngaro, Dinamarquês, Inglês para Deficientes Auditivos
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Não Basta Estar Contra (Pontuação: 6)
Eis mais uma raridade da Cineteka, um dos primeiros filmes do grande Elia Kazan, autor de obras-primas da 7ª Arte como Esplendor na Relva. Este filme não cai nessa restrita categoria, mas vê-se com interesse e emoção, sendo um belo exemplar dos tempos de glória de Hollywood - apesar da história e das situações não credíveis, a arte de Kazan consegue um tal deslumbramento visual do espectador, incluindo através da fotografia, que este acaba por ser agarrado pelo coração, e não pelo cérebro. Para isso é decisivo o elenco de luxo e a sua prestação, em que se conta um Gregory Peck ainda jovem. O filme é, creio eu, um exorcismo da América pelo Holocausto judeu e suas culpas nele, recusando-se a receber os judeus da Europa, e compactuando com Hitler até ser forçada a combatê-lo. Pode-se até dizer que o filme anuncia uma nova época nos EUA, em que se exige que as discriminações religiosas e raciais desapareçam - não tolerar, é o apelo de Kazan. Agradeço à Cineteka a descoberta de mais esta raridade.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2017-08-12
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