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O Advogado do Terror (L'avocat de la terreur)
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2 Prémios e 1 Nomeação
Realização:
Barbet Schroeder
Argumento:
Ano: 2007
País:
França
Idade: M/12
Duração: 135 min
IMDB: 7.1
Assumiu a defesa de terroristas de todos os tipos, de Magdalena Kopp e Anis Naccache a Carlos, o Chacal. Representou monstros históricos como o tenente nazi Klaus Barbie. Com um tipo de advocacia repleta de casos polémicos, Vergès expõe uma controversa ligação a terroristas. Um provocativo e inquietante documentário sobre Jacques Vergès, o altamente controverso advogado francês, veterano de guerra, revolucionário, intelectual, conhecido popularmente como ´O Advogado do Terror`.
Detalhes Técnicos
Duração: 135 min. Vídeo: Widescreen 1.85:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Francês
Legendas: Português,
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Moral, amoral ou imoral? (Pontuação: 7)
Desconcertante. Para quem pensava que estávamos perante um advogado sem escrúpulos, ávido de dinheiro e fama, bem, este documentário pode revelar o contrário. Ou não. E aqui reside o busilis. O filme encontra o passado de Vergés, de resistência ao colonialismo francês. A politização inicia-se na Argélia, com a defesa de uma resistente argelina (com quem casará). Que coloca bombas. E aqui se inicia um percurso ligado às causas do terrorismo internacional. Palestina, Líbano, Carlos "O chacal", Brigadas Vermelhas, etc... Existe portanto um suporte ideológico que parece justificar a defesa de terroristas. Mas o que resulta é mesmo o envolvimento directo nas organizações terroristas, o que se insinua, mais, quase se prova. E mais a defesa de Pol Pot, de um quadro nazi. E amizades. E uma frase, mais ou menos assim: defendo-os, desde que se assumam como culpados. Reflecte um limite moral? A defesa do nazi parece ser elucidativa - o pretexto parece ser a analogia da barbárie nazi com a da França colonial. Nesse julgamento a França perde a sua superioridade moral. Este relativismo é-o? Comparável? Talvez. E a dúvida subsiste. Quem é Vergés? Intelectual, ar palaciano, charuto cubano(?) na mão, ar "gourmet". Moral. amoral ou imoral? Nega qualquer envolvimento com Carlos, um psicopata puro, mas não é convincente perante as provas, que demonstram o contrário. Onde fica o advogado de causas? Na mentira necessária ou no egoísmo do interesse oportunístico? Não nega a amizade com um cidadão suiço (também não me recordo do nome), simpatizante nazi, financiador pronto para as causas que defende. Pol Pot? Não se aprofundou a ligação. Bom restou-me a dúvida. Uma dúvida importante. Das causas que a partir de dada altura parecem tornar-se na justificação de membros de um clube privado, aliciante, que pratica assassinatos políticos. Só? Serão causas? Ou estaremos perante mentes, algumas, perversas, com traços de psicopatia. Vale tudo na guerra? E que têm essas causas de libertação a ver com os Kmhers, ou os nazis? Pois... o documentário trata dessa dúvida. Sem que o afirme.
Por LM30 (MASSAMá)2011-05-25
História do terrorismo (Pontuação: 9)
Eis um filme que se vê em várias camadas. Começamos com a apresentação de Jacques Vergès, advogado que se tornou famoso por defender os piores algozes da sociedade: desde os Khmer Vermelhos até ao terrorista Carlos, o "Chacal", passando pelo infâme Klaus Barbie (o carniceiro nazi de Lyon). Todos os "monstros" da sociedade sabem que podem contar com Vergès para os defender. Começamos por pensar que se trata apenas um advogado extremamente inteligente, com uma grande ânsia de fama e de dinheiro. Porém, conforme o documentário avança, começamos a perceber que as coisas não são bem assim: alegadamente, Vergès defende estes monstros porque, de certa forma, "partilha" os seus ideais. E é a partir daqui que o documentário dá um "salto qualitativo" e nos "agarra" completamente: partindo dos "clientes" de Vergès, o realizador começa a desenhar o mapa do terrorismo internacional, desde a sua formação até à actualidade. Um mapa de terror! E Vergès esteve sempre lá. Apenas como advogado? Ou também como interveniente? Eis um grande documentário, que se recomenda vivamente.
Por PMatos (BARREIRO)2011-05-06
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