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A Queda do Império Romano (The Fall of the Roman Empire)
TrailerAlugar
1 Prémio e 1 Nomeação
Realização:
Anthony Mann
Ano: 1964
País:
EUA
Idade: M/12
Duração: 172 min
IMDB: 6.6 (2.958 votos)
No auge da expansão geográfica do império romano, o general Lívio comanda a nova política do imperador Marco Aurélio, que quer a pacificação de fronteiras e a adoção para os povos conquistados uma certa autonomia. Mas Marco Aurélio acaba envenenado por Commodus, filho ilegítimo que assume o trono e mergulha Roma no caos político e administrativo, o que dá origem à queda do Império Romano.
Detalhes Técnicos
Duração: 172 min. Vídeo: Widescreen 2.35:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 2.0 Inglês
Legendas: Português,
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O mau governo e os seus efeitos... (Pontuação: 6)
Não é muito amado este longo 'peplum' de Anthony Mann de 1964, contemporâneio por exemplo da Cleópatra de Mankiewicz. Apresenta, no entanto, bastantes motivos de interesse, tal como Cleópatra, embora não deva ser tido como de grande relevância histórica. Bastaria a sua lição final, uma grande civilização não é conquistada pelos inimigos exteriores antes de se ter destruído por dentro, para já valer o tempo gasto a vê-lo. O filme tem dois tempos, sendo quanto a mim o primeiro imensamente superior, o fim da vida de Marco Aurélio no apogeu do Império Romano numa fortaleza da fronteira germânica, junto ao Danúbio, e na neve - há uma beleza plástica nesses planos nevados com os archotes a arder que faz logo da obra um objecto singular. Juntando a isso o soberbo Alec Guinness como Marco Aurélio numa trama política de sucessão, e temos um bom momento de cinema. A salientar também como positivo, especialmente para Hollywood, o pouco acentuado maniqueísmo usado para definir as personagens principais, que não são caricaturais - no final os "bons", que não são assim tão bons, morrem todos, bem como o mau imperador Cómodo, que também não é assim tão mau - simplesmente não tem qualquer capacidade política.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2017-08-14
E assim caiu o império... (Pontuação: 5)
Sendo um filme de grande orçamento, "à la" filmes biblícos dos anos 1950/60, o seu início acaba por surpreender pelos seus cenários espartanos: nada de grandezas. E será assim na maior parte do filme. Só quando a acção se muda para Roma (lá para o meio do filme) é que aparecem os grandes palácios e afins. Ao contrário do esperado, trata-se de um filme eminentemente político: o tema principal é a complexa teia de acontecimentos que levou à queda do Império Romano; principalmente, o poder tão desmesurado que leva os homens (até os mais sérios) à loucura absoluta, pensando-se encarnações dos deuses. Claro que a realidade foi outra: o que levou à queda do Império foi uma série muito mais complexa de acontecimentos que se prolongaram durante dois séculos. Existe ainda uma tentativa frustada de criar algum melodrama, com a introdução de um romance entre duas das suas figuras principais, mas que acaba por ser mal explorado e aproveitado. Seria mais interessante se não fosse tão longo.
Por PMatos (BARREIRO)2011-01-13
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