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Cold War - Guerra Fria (Zimna wojna)
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13 Prémios e 8 Nomeações
Realização:
Pawel Pawlikowski
Ano: 2018
Género:
Drama
Romance
Idade: M/14
Duração: 88 min
IMDB: 7.8 (8.361 votos)
Vencedor do prémio para Melhor Realizador na edição de 2018 do Festival de Cannes, o sexto filme do polaco Pawel Pawlikowski é livremente inspirado na relação entre os pais do realizador. Rodado a preto e branco, centra-se em duas pessoas que são oriundas de meios muito diferentes e têm personalidades que não condizem uma com a outra. O romance desenvolve-se em plena Guerra Fria, pela Europa, entre a Polónia, Berlim, a Jugoslávia e Paris.
Detalhes Técnicos
Duração: 88 min. Vídeo: 1.37 : 1
Áudio: Polaco Dolby Digital 5.1
Legendas: Português,
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A Polónia Canta (Pontuação: 9)
Cada vez mais nas estrelas é por onde anda o polaco Pawel Pawlikowski, a julgar por este recente e sideral Guerra Fria. Para quem tiver visto Ida, o filme Guerra Fria não supreenderá no uso deslumbrante do preto e branco que faz, e até no contexto histórico sobre o qual se debruça, a Polónia pós-Segunda Guerra Mundial - a Polónia da infância de Pawlikowski, afinal de contas, aquela que ele conheceu e abandonou, tal como por exemplo Roman Polanski. Abandonou geograficamente, mas o coração também tem pátria, e é da Polónia que Pawlikowski nos fala, e do seu horrendo século XX. Sendo, como é, uma grande história de 'amour fou' de dois artistas, Victor e Susana, Guerra Fria coloca-os magistralmente a eles e a nós espectadores na incipiente Polónia comunista. Não há caricaturas, não há "bons" e "maus", quando muito há o patriotismo sem limites de Susana, sentido, não exibido. E não vou falar do inesperado final do filme, o seu momento mais belo quanto a mim, numa obra em que estes abundam. Do que conheço do cinema feito por polacos, os seus grandes artistas só se elevaram realmente fora da Polónia, o que nada tem de novo, e aqui de novo é a França a segunda pátria de qualquer polaco (ou de qualquer homem!). Por isso não é de estranhar, pelo menos para mim, que neste filme se aprenda mais sobre a Polónia do que provavelmente em todas as produções do seu regime comunista reunidas. Em Guerra Fria, pela lente soberana de Pawel Pawlikowski, é a Polónia que canta. Venha escutá-la!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2019-03-04
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