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Diário de Uma Criada de Quarto (Journal d'une femme de chambre)
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1 Prémio e 6 Nomeações
Realização:
Benoît Jacquot
Ano: 2015
Género:
Drama
Idade: M/14
Duração: 96 min
IMDB
Célestine deixa Paris e vai trabalhar como criada de quarto para a casa dos Lanlaire, uma família endinheirada de uma zona rural francesa. Jovem e muito bela, vai evitando os avanços do patrão, que usa da sua posição de poder para seduzir as empregadas. É então que conhece Joseph, um homem que guarda os seus próprios segredos e que a ajuda a lidar com a senhora da casa, uma pessoa autoritária e caprichosa que inveja a sua juventude e beleza…

Adaptação cinematográfica do romance homónimo do escritor, crítico de arte e jornalista Octave Mirbeau – já anteriormente filmado por Jean Renoir (1946) e por Luis Buñuel (1964) –, conta com realização e argumento do francês Benoît Jacquot (“Sade”, “Adeus, Minha Rainha “, “3 Corações”).
Detalhes Técnicos
Duração: 96 min. Vídeo: Widescreen 2.35:1 anamórfico
Áudio: Francês Dolby Digital 5.1
Legendas: Português,
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Bonitos, Porcos e Maus (Pontuação: 8)
Estranhamente no próprio dia em que pedi este DVD novo da Cineteka, de um filme que ainda recentemente estava em sala em Lisboa, ele passou na RTP2! - sinal de um tempo em que o aluguer vídeo não tem qualquer relevância para a distribuição cinematográfica. Benoît Jacquot é um discreto realizador francês, com obras interessantes, como é o caso desta n-ésima adaptação ao cinema do livro de 1900 de Octave Mirbeau, Diário de Uma Criada de Quarto, livro esse que pretenderia ser um impiedoso retrato e denúncia da sordidez doméstica da Belle Époque (não estranharemos pois que Luís Buñuel já tenha passado por aqui). E sórdido é quase tudo o que vamos ver, com o requinte de assistirmos à rendição final de Célestine, criada de quarto e personagem principal, a um mundo burguês em que "por mais infames que sejam os canalhas, eles nunca o são tanto quanto as pessoas respeitáveis". Outro dos paradoxos que esta visão de Benoît Jacquot nos oferece é o contraste entre o mundo exteriormente belo em que se move Célestine, em que ela própria aparenta mais ser uma grande senhora do que as suas patroas, e a vilania moral que todos infecta, chegando aos crimes mais abomináveis. E no fundo é disso que trata o filme e o livro, da vitória do crime, da vitória do hipócrita.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2016-10-30
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