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Ano: 2013
Idade: M/14
Duração: 82 min
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Polónia, 1962. Anna é uma bonita jovem de 18 anos que irá em breve celebrar os votos definitivos para se tornar freira no convento onde vive desde que ficou órfã em criança. A madre obriga-a a conhecer antes da celebração dos votos a única familiar viva, a tia Wanda.
Juntas, as duas mulheres embarcam numa viagem à descoberta de si próprias e do passado que têm em comum. Anna descobre que é judia e que o seu verdadeiro nome é Ida. Esta revelação leva-a a dar início a uma jornada para desvendar as suas raízes e confrontar a verdade sobre a sua família.
Ida terá de escolher entre a sua identidade biológica e a religião que a salvou dos massacres provocados pela ocupação Nazi na Polónia. E Wanda terá de confrontar as decisões que tomou durante a guerra quando optou por colocar a lealdade à causa à frente da sua família.
FESTIVAIS:
Londres – Melhor Filme
Toronto – Prémio da Crítica Internacional
Varsóvia – Grande Prémio
Gijón – Melhor Filme, Actriz, Argumento
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Detalhes Técnicos
Duração: 82 min. |
Vídeo: Widescreen 1.85:1 anamórfico |
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Áudio: Polaco Dolby Digital |
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Legendas: Português, |
A Polónia lambe as suas feridas (Pontuação: 8) |
Um filme que vale a pena ver, e que nos pode dizer muitas coisas diferentes. Filmado num sumptuoso preto e branco, em planos fixos sempre descentrados e de um despojamento mais do que bressoniano, deixa-nos a nós espectadores na angústia de não fazermos a mínima ideia de para onde vai Ida, caminhando pela estrada no plano final. Um filme que partilha com Johnny Guitar e outros o ser um filme em que se sente com toda a força aquilo que se não vê, o passado duríssimo das duas protagonistas. Lamenta-se uma história algo absurda, que impede o filme de atingir outra grandeza.
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