Cineteka.com - Videoclube de culto para cinéfilos exigentes
Videoclube Adesão Ajuda Preçário Contactos Parcerias Login

Brevemente... Novidades Promoção TOP + Reposições Premiados Ao Acaso Acção Animação Aventura Biografia Clássico Comédia Crime/Policial Desporto Documentário Drama Família Fantasia Ficção C. Film Noir Guerra História Musical Religião Romance Séries/TV Terror Thriller Viagens Western Erótico
O Silêncio (Tystnaden)
TrailerAlugar
3 Prémios e 1 Nomeação
Realização:
Ingmar Bergman
Argumento:
Ingmar Bergman
Ano: 1963
País:
Suécia
Idade: M/6Q
Duração: 96 min
IMDB: 8.0 (10.069 votos)
As irmãs Anna e Ester regressam a casa com o filho de Anna. No entanto, durante a viagem, devido aos problemas de saúde de Ester, são forçados a instalar-se num hotel praticamente vazio, num país estranho e aparentemente à beira da guerra. É neste local que as duas irmãs se irão defrontar com o vazio existencial das suas vidas.

"De Deus não se pode dizer nada, escreveu Simone Weil. O Silêncio é essa impossibilidade", João Bénard da Costa.

"Uma franqueza sexual que abre um novo caminho. Magnífico, maravilhoso, com interpretações fantásticas." Archer Winsten, N. Y. Post.
Detalhes Técnicos
Duração: 96 min. Vídeo: Standard 1.33:1 [4:3] PB
Áudio: Sueco, Inglês Francês Espanhol Alemão Dolby Digital 2.0
Legendas: Português,
Comentários dos utilizadores: Escreva um comentário sobre este título
O Mistério do Mundo (Pontuação: 9)
Este é um estudo impiedoso das relações familiares e sexuais, sob fundo do silêncio de Deus - silêncio no entanto pontuado pelo absurdo e pela presença da morte. Como é hábito em Ingmar Bergman, é um filme no feminino, em que os geniais planos conjuntos das irmãs Ana e Ester mostram tudo aquilo que não mostram (perdoem-me a referência a Robert Bresson os menos cinéfilos). Eu diria que se trata de uma obra que é um protesto do autor face ao Criador de um mundo de tanto sofrimento. O nosso! A única escapatória que o filme oferece a Ana, a irmã revoltada, é a dos sentidos, da sensualidade, do sexo. Mas o olhar do seu filho Johan para a mãe num dos planos finais no comboio mostra bem como o ressentimento e a insatisfação persistem. O vazio existencial referido acima passa assim para a nova geração. Bergman não se decide pela existência ou não de Deus, mostra a sua obra. Por isso o espectador é realmente incomodado e confrontado com o mistério.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2016-01-02
Se gostou deste título, também recomendamos:
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer

Últimos comentáriosPróximos Lançamentos
23/Jul
Trailer
18/Ago
Trailer