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O Substituto (Detachment)
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7 Prémios e 1 Nomeação
Realização:
Tony Kaye
Argumento:
Carl Lund
Ano: 2011
Género:
Drama
País:
EUA
Idade: M/12
Duração: 97 min
IMDB: 7.6 (23.062 votos)
Henry Barthes (Adrien Brody) é um professor substituto. Ao chegar a uma escola pública onde a direcção frustrada e esgotada criou um corpo estudantil apático, Henry torna-se rapidamente um exemplo para os jovens desafeiçoados.
O consagrado realizador Tony Kaye ("América Proibída") assina com "O Substituto" um poderoso filme sobre os problemas do ensino público e da sociedade contemporânea. A liderar um elenco de luxo destaca-se o talentoso actor Adrien Brody (vencedor de um Óscar da Academia por "O Pianista") com uma das melhores interpretações da sua carreia.
Detalhes Técnicos
Duração: 97 min. Vídeo: 16:6 Fullframe 1.85:1
Áudio: Inglês Dolby Digital 2.0
Legendas: Português,
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A Adição do Sr.Professor. (Pontuação: 5)
Fiquei um pouco descansado quando após o visionamento do filme acedi à crítica americana e encontrei, e não foram poucos, quem como eu não tivesse gostado deste "Detachment".Isso fez-me sentir melhor e ter coragem para este comentário.

Não gostar de um filme que atinge em Portugal quase a total unanimidade de "obra-prima",ou no mínimo,"essencial,a não perder por pais,professores,psicólogos alunos..."deixa-me numa posição difícil e um pouco triste,por não ter atingido o sublime do seu conteúdo,e/ou ser profundamente tocado pelo personagem.

Construindo os personagens como de novela se tratasse (tentarei concretizar)o autor dá-nos este substituto que não quer ser efectivo no sistema educativo norte-americano.Cúmplice dos abandonados,(como ele se sente e revê),dos deprimidos e deprimente sociedade que o rodeia,e dos incompreendidos alunos,o próprio, já não acredita que haja qualquer esperança a não ser na própria solidão.
Para esconder a sua adição e o desencanto da sua condição,pretende ao negar a sua integração no sistema,encontrar algumas forças para se salvar a si e a alguns da geração que o cerca.

Muitos se poderão rever neste anti-herói e "clarividente"observador do que o rodeia. e presumo que para os mesmos interessante, se todas as semanas na tv,fosse permitido ver mais um episódio do Substituto,afim de "conscientes",tirar ilações sobre o sistema de ensino, a geração estudantil actual,a psicologia dos meninos etc.

O problema,meu,é sentir quanto patético e pueril é o personagem e o discurso implícito.A relação com a prostituta é o exemplo disso mesmo,como as imagens e a relação com o pai. Estereótipos,os personagens desfilam sem que me consigam tocar/acreditar em qualquer das suas realidades.Salva-se a anafada menina que com os seus doces...silêncios,nos consegue transportar ao dramático sistema que o autor quer que conheçamos.Com o passar do tempo sem nada de importante que aconteça ou nos seja dito, exceptuando os seu início., o bocejo e desilusão tomam conta de mim.

Perdoem poderá ser cansaço, mas o mesmo aconteceu a um amigo meu, que por acaso é professor, ao visionar o mesmo.
Por Jimenez´Portugues (PAREDE)2013-10-21
Filme Obrigatório (Pontuação: 10)
Tony Kaye, realizador de outro poderoso filme "América Proibida" (1998), regressa ao grande ecrã com mais esta intensa, dramática, violenta e marcante história sobre a sociedade contemporânea.

É evidente neste filme a intenção de passar uma forte mensagem, muito pertinente, útil e até obrigatória. É uma pena estes filmes não terem mais projecção, mas percebo que tentar abrir a consciência das pessoas e fazê-las pensar em assuntos sérios vai contra os interesses de quem investe anos a criar gerações de consumidores passivos.

A dada altura do filme, numa cena passada na sala de aula, há um discurso fantástico e imperdível, que para mim marca a essência do filme. A apresentação de ideia que parta das palavras "obiquitous-assimilation" é genial e extremamente importante.

Mas ao longo de todo o filme encontramos outro tipo de mensagens e comportamentos igualmente pertinentes, pelo que aconselho um visionamento atento para tirarem partido desta obra-prima obrigatória.

Também acho interessante o título "Detachment", que ao traduzirmos para "Substituto" perde a dimensão do "desapego", um dos actos mais proclamados na essência das religiões, embora incompreendido pela sociedade actual.

Se é professor, aluno, pai, filho,... ser-humano... não perca este filme!
Por Angkor (LISBOA)2013-07-12
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