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007 - Skyfall (Skyfall)
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18 Prémios e 56 Nomeações
Realização:
Sam Mendes
Ano: 2012
Idade: M/12
Duração: 143 min
IMDB: 8.0 (198.381 votos)
Daniel Craig está de volta como James Bond em 007 – Skyfall, a 23ª aventura do maior franchise de filmes de todos os tempos.

Em Skyfall, a lealdade de Bond a M (Judi Dench) é testada quando esta é assombrada pelo seu passado. Quando o MI6 é atacado 007 tem de encontrar e destruir a ameaça, a qualquer custo.

Quando a mais recente missão de Bond corre gravemente mal e agentes de todo o mundo são expostos, MI6 é atacado forçando M a transferir a agência para outro local. Estes acontecimentos põem em causa a sua autoridade e posição a serem desafiados por Mellory (Ralph Fiennes), o novo Presidente do Comité de Segurança e Inteligência. Com o MI6 agora comprometido por dentro e por fora, M é deixada com apenas um aliado em quem pode confiar: Bond. 007 trabalha na sombra - ajudado apenas pela agente de terreno, Eve (Naomie Harris) – seguindo um rasto do misterioso Silva (Javier Bardem), cujos motivos letais e ocultos ainda estão por ser revelados.
Detalhes Técnicos
Duração: 143 min. Vídeo: Widescreen 2.40:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Inglês Checo Húngaro Turco Polaco
Legendas: Português, Inglês, Árabe, Búlgaro, Croata, Checo, Grego, Hebraico, Húngaro, Islandês, Polaco, Romeno, Eslovaco, Esloveno, Turco
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A Homenagem (Pontuação: 8)
Em boa hora Sam Mendes e os produtores aceitaram a empresa que é filmar um capítulo da saga 007.

Quando vamos assistir a um episódio deste nosso conhecido sabemos o que nos espera, mas este regresso revela-se a súmula para o conhecimento total dos personagens vitais.Com coragem, Sam Mendes faz-nos descobrir a fragilidades e a insegurança dos mesmos,provenientes de uma infância e de um mundo em que sobrevivência e afecto são sinónimos de abandono, sofrimento e revolta.

M./Judi Dench é a "Alma Mater" do filme e a homenagem transcrita. Com a sua objectividade, frieza ao abandono a que remeteu as suas criações, confronta-se com a inevitabilidade de um fim de um tempo onde já não tem lugar.
Os autores prestam-lhe o seu profundo respeito mas não indulgência, nas decisões que tomou. A verdade de M.

Javier Bardem mais uma vez prova caso fosse todavia necessário que é um dos maiores actores do cinema actual. Num personagem difícil por hiperbólica revolta Silva é o produto do sacrifício e imolação que se sujeitou por amor a M.mãe.
Muto bem também Daniel Craig e a objectividade e clareza que nos habitou Ralph Fiennes.

Apesar de alguns momentos redundantes atrevo-me a considerar Skyfall o melhor 007 de sempre. Difícil vai ser ver o próximo.
Por Jimenez´Portugues (PAREDE)2013-09-02
A Homenagem (Pontuação: 8)
Em boa hora Sam Mendes e os produtores aceitaram a empresa que é filmar um capítulo da saga 007.

Quando vamos assistir a um episódio deste nosso conhecido sabemos o que nos espera, mas este regresso revela-se a súmula para o conhecimento total dos personagens vitais.Com coragem, Sam Mendes faz-nos descobrir a fragilidades e a insegurança dos mesmos,provenientes de uma infância e de um mundo em que sobrevivência e afecto são sinónimos de abandono, sofrimento e revolta.

M./Judi Dench é a "Alma Mater" do filme e a homenagem transcrita. Com a sua objectividade, frieza ao abandono a que remeteu as suas criações, confronta-se com a inevitabilidade de um fim de um tempo onde já não tem lugar.
Os autores prestam-lhe o seu profundo respeito mas não indulgência, nas decisões que tomou. A verdade de M.

Javier Bardem mais uma vez prova caso fosse todavia necessário que é um dos maiores actores do cinema actual. Num personagem difícil por hiperbólica revolta Silva é o produto do sacrifício e imolação que se sujeitou por amor a M.mãe.
Muto bem também Daniel Craig e a objectividade e clareza que nos habitou Ralph Fiennes.

Apesar de alguns momentos redundantes atrevo-me a considerar Skyfall o melhor 007 de sempre. Difícil vai ser ver o próximo.
Por Jimenez´Portugues (PAREDE)2013-09-02
Venham os próximos 50 anos!! (Pontuação: 9)
26 de Outubro de 2012, “Skyfall”, o 23º filme da série mais famosa de sempre, vê finalmente a luz do dia, ao estrear simultaneamente em quase todo o mundo e, intencionalmente ou não (acredito que tenha sido propositado!), coincide com os 50 anos de estreia de “Dr. No – 007 – Agente Secreto”, o primeiro filme da série, na Inglaterra, que aconteceu a 6 de Outubro de 1962.
As comemorações começaram oficialmente a 27 de julho, na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, quando o agente secreto sai do Palácio de Buckingham para escoltar Sua Majestade até ao Estádio Olímpico de Londres, palco do evento, terminando simbolicamente com a estreia do filme.
A sede do MI6, o coração de Londres, é alvo de ataque terrorista. Rapidamente se percebe que o alvo é M e Bond é chamado para descobrir, perseguir e, nas próprias palavras da sua chefe, eliminar a ameaça custe o que custar.
Daniel Craig regressa pela terceira vez ao papel do agente secreto com licença para matar mais famoso do mundo, assim como Judi Dench regressa como M, a implacável chefe de 007, que, mesmo não lhe dando muito espaço de manobra, confia o mais possível no seu agente ao ponto de, numa reavaliação a que James Bond é submetido, mentir sobre a mesma perante os seus superiores. A este elenco habitual, juntam-se Javier Bardem, que interpreta Silva, o vilão, com requintes de malvadez, que rouba as cenas em que entra ao ser divertido, imprevisível, assustador e, no final, quase trágico e Ralph Fiennes que interpreta Gareth Mallory, o ministro para quem a existência de agentes secretos do tipo 007, em pleno séc XXI, é uma anedota do passado, além duma participação especial de Albert Finney como Kincade, uma personagem que conheceu Bond no passado.
A preocupação que percorre todo o filme é várias vezes falada no filme “em pleno século XXI, num mundo informatizado onde toda a gente está em contacto com toda a gente numa questão se segundos, haverá necessidade e lugar para agentes secretos que vivem noutro mundo onde ainda havia a guerra fria?”. A resposta é dada pelo trabalho do realizador Sam Mendes que, trabalhando sobre um argumento de Neal Purvis e Robert Wade, responsáveis pelos filmes anteriores da série, aqui auxiliados por John Logan, baseando-se como anteriormente nas personagens criadas por Ian Fleming na década de 50, valoriza a história e personagens sobre quaisquer outras coisas (os gadgets são praticamente ignorados ou inexistentes mesmo!) e soube entender a alma e a verdadeira essência de James Bond. Mendes filma cenas de acção que são um verdadeiro deleite para o espectador e devolvem credibilidade ao franchise enquanto abre novos caminhos para a série. Toda a sequência pré-genérico é disso exemplo.
Em “Skyfall”, assistimos ao final de um ciclo na série. Tal como no final de “Casino Royale“ (Martin Campbell, 2006), dá-se uma volta de 360º graus, trazendo-nos para o início da série ou, se quisermos, para um novo começo. A cena final entre Bond e Eve e depois entre Bond e Mallory é, para os mais atentos e para aqueles que a conhecem e seguem desde os tempos de Sean Connery, como eu, especialmente esclarecedora.
Uma última palavra para o tema-título do filme, interpretado por Adele com tal sentimento que nos transporta imediatamente ao tempo em que Shirley Bassey, com a sua voz poderosa, interpretou “Goldfinger”, o tema daquele que ainda hoje é considerado o melhor filme da série. É um tema poderoso, um dos melhores da série, digno de figurar ao lado dos temas interpretados pela já citada Shirley Bassey, Tom Jones, Paul McCartney, Tina Turner, ou até Madonna. Depois de arrebatar o Globo de Ouro para a Melhor Canção Original, tem todos os ingredientes para chegar ao Oscar na respectiva categoria, já que é uma das cinco nomeações que o filme recebeu.
Vinte e três filmes, seis actores e cinquenta anos depois, a série James Bond veio para ficar e, prova disso, é a frase que assegura a continuidade, visível, como sempre, no final de cada filme “James Bond Will Return”. Cá os esperamos nos próximos 50 anos!!!
Por Rui Cunha (ALGUEIRÃO)2013-01-22
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