Cineteka.com - Videoclube de culto para cinéfilos exigentes
Videoclube Adesão Ajuda Preçário Contactos Parcerias Login

Brevemente... Novidades Promoção TOP + Reposições Premiados Ao Acaso Acção Animação Aventura Biografia Clássico Comédia Crime/Policial Desporto Documentário Drama Família Fantasia Ficção C. Film Noir Guerra História Musical Religião Romance Séries/TV Terror Thriller Viagens Western Erótico
Escândalo na TV (reposição) (Network)
TrailerAlugar
18 Prémios e 19 Nomeações
Realização:
Sidney Lumet
Argumento:
Paddy Chayefsky
Ano: 1976
Género:
Drama
País:
EUA
Idade: M/12
Duração: 121 min
IMDB: 8.1 (40.018 votos)
Ainda mais emocionante do que quando foi inicialmente lançado, Escândalo na TV é uma crítica maliciosamente engraçada e exacta sobre o jornalismo televisivo. Vencedor de quatro Prémios da Academia®* vibra com uma “vitalidade e uma acção provocadora únicas” (Los Angeles Times). Faye Dunaway, William Holden, Peter Finch e Robert Duvall protagonizam este retrato mordaz do sensacionalismo televisivo.

Quando o pivô veterano Howard Beale (Finch) é despedido, ele sofre um intenso esgotamento nervoso em directo. Mas quando as suas audiências em declínio sobem graças aos seus exaltados desabafos, ele volta a ser contratado e ganha uma nova identidade como o “louco profeta da comunicação social”.

Claro que, quando o “profeta” deixa de ser lucrativo, tem de ser feita alguma coisa a Beale, de preferência, em frente às câmaras, e diante de um público ao vivo…
Detalhes Técnicos
Duração: 121 min. Vídeo: Widescreen 16:9 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 2.0 Inglês
Legendas: Português, Inglês,
Comentários dos utilizadores: Escreva um comentário sobre este título
Filme com quase 40 anos, faz hoje mais sentido do que nunca (Pontuação: 10)
Não há muito para acrescentar ao excelente comentário que o Rui Cunha fez. É realmente um filme à frente ao seu tempo. Ou então os problemas persistem e a sociedade está a perder cada vez mais terreno e a ser cada vez mais manipulada, mesmo depois de alertada...
A verdade é que este filme tem hoje, passados quase 40 anos, mais pertinência do que quando estreou. As mensagens são bastante explícitas, só não percebe quem não quiser.
FILME OBRIGATÓRIO.
Por Angkor (LISBOA)2013-05-15
Um Filme antes do seu Tempo! (Pontuação: 10)
Numa altura em que os media, cada vez mais assumem um papel importante na sociedade, a edição/reposição deste filme vem preencher uma lacuna que existia desde que surgiram em Portugal as televisões privadas na década de 90 do século passado. "Network - Escândalo na TV", embora tenha sido realizado em 1976, já antevia o que estava para chegar.
Howard Beale um dos mais famosos apresentadores de televisão, é informado pelo director da sua estação de que o seu programa, devido aos baixos shares que têm obtido, vai ser suspenso e ele vai ser despedido. Beale anuncia então no seu programa que pretende suicidar-se em directo. Num curto espaço de tempo, assume um protagonismo nunca visto em televisão e torna-se num dos mais sólidos valores da comunicação graças aos seus discursos onde pretende dizer toda a verdade ao público. No entanto há quem não goste da sua nova postura e alguma coisa tem que ser feita.
Realizado por Sidney Lumet, autor de pequenas obras-primas do cinema como "12 Homens em Fúria" (1957), ainda hoje talvez o melhor filme de tribunal da história do cinema; "Serpico" (1973) baseado numa história verídica de corrupção na policia de Nova York; "Um Dia de Cão" (1975) história do assalto a um banco em pleno dia que corre mal mas ganha os favores do público, ou "Um Crime no Expresso do Oriente" (1974), uma das melhores adaptações de Agatha Christie para o grande écran. "Network" é, a todos os níveis, um trabalho de excelência do realizador. Tendo começado na televisão, Lumet conhecia melhor que ninguém este meio daí que a sua realização seja arrojada, satírica e, aliada ao brilhante argumento escrito por Paddy Chayefsky cuja capacidade de antever o que seria o futuro, subtilmente mostra-nos aquilo que hoje vemos: televisões que não olham a meios para atingir os seus fins.
Interpretado por um elenco todo ele excepcional, liderado por Faye Dunaway, William Holden, Peter Finch, Robert Duvall entre outros, apenas três dos actores tenham sido premiados (a única vez que tal havia acontecido tinha sido com "Um Eléctrico chamado Desejo" de Elia Kazan em 1951), todos eles mereciam o seu prémio. Peter Finch ganhou postumamente o Óscar de Melhor Actor (o mesmo aconteceria em 2008 com Heath Ledger pelo papel de Joker em "Batman - Cavaleiro das Trevas" de Christopher Nolan). A sua interpretação de Howard Beale, um apresentador cuja loucura ao saber o seu destino, o transforma numa espécie de Moisés moderno cujo discurso agressivo e inflamado, disparando em todas as direcções (o famoso discurso inflamado que Beale faz em que exulta a multidão a ir ás janelas e sair para a rua gritando "I'm mad as hell and i'm not gonna take it anymore!" mantenho o original em inglês pelo impacto que a cena provoca, quem vir o filme, vai entender o que quero dizer) é uma interpretação muito acima da média e faz-nos ficar com os olhos postos naquela figura quase messiânica. Brilhante é também a interpretação de Faye Dunaway cuja personagem de Diane Christensen ,directora de programas, uma mulher manipuladora, racional e fria e extremamente amoral que tudo fará para obter melhores audiências, nos mostra muito do que é o mundo dos media, neste caso a televisão, nos dias de hoje.
"Network" foi, na altura, considerado uma brilhante crítica social bastante actualizada. Hoje, passados estes anos todos, continua tão actual como então. O discurso de Beale aos seus ouvintes, ainda nos ressoa ao ouvido muito depois dos créditos finais terem passado no écran ou aquela morte em directo, perante uma audiência, diz-nos tanto como a "morte simbólica" dos media no final de "Natural Born Killers - Assassinos Natos" (Oliver Stone, 1994) quando Wayne Gale (Robert Downey Jr.) é fuzilado por Mickey e Mallory (Woody Harrelson e Juliette Lewis) perante a sua própria camera de filmar.
Nomeado para 10 Oscares da Academia, venceu 4: três para as interpretações, além de Finch, também Faye Dunaway e Beatrice Straight ganharam nas respectivas categorias e para o Argumento de Paddy Chayefski, "Network", tinha tudo para ser o grande vencedor da cerimónia de 1976, no entanto perdeu as duas categorias principais para..."Rocky"! vá-se lá saber porquê!!
Um filme quase profético, uma obra-prima do cinema a descobrir, a ver ou a rever!!
Por Rui Cunha (ALGUEIRÃO)2011-08-02
Se gostou deste título, também recomendamos:
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer

Últimos comentáriosPróximos Lançamentos
30/Out
Trailer
25/Set
Trailer