Cineteka.com - Videoclube de culto para cinéfilos exigentes
Videoclube Adesão Ajuda Preçário Contactos Parcerias Login

Brevemente... Novidades Promoção TOP + Reposições Premiados Ao Acaso Acção Animação Aventura Biografia Clássico Comédia Crime/Policial Desporto Documentário Drama Família Fantasia Ficção C. Film Noir Guerra História Musical Religião Romance Séries/TV Terror Thriller Viagens Western Erótico
Invictus (Invictus)
TrailerAlugar
5 Prémios e 20 Nomeações
Realização:
Clint Eastwood
Ano: 2009
País:
EUA
Idade: M/12
Duração: 134 min
IMDB: 7.5 (19.748 votos)
Recentemente eleito Presidente, Mandela sabia que a nação continuava racista e economicamente dividida, fruto do apartheid. Acreditando que poderia unir o seu povo através da linguagem universal do desporto, Mandela apelou à equipa de rugby, que fez uma improvável caminhada até à Final do Campeonato do Mundo de 1995.
Detalhes Técnicos
Duração: 134 min. Vídeo: Widescreen 2.40:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Inglês Alemão Castelhano
Legendas: Português, Dinamarquês, Finlandês, Alemão, Norueguês, Castelhano, Sueco
Comentários dos utilizadores: Escreva um comentário sobre este título
Surpresa agradável (Pontuação: 7)
Excelente filme, que retrata um período de mudança e afirmação da Africa do Sul. Grandiosas interpretações de Morgan Freeman e de Matt Damon, bem como a realização de Clint Eastwood.
Recomendo vivamente a quem ainda nao tenha tido oportunidade de ver, para mim tratou-se de uma agradável surpresa.
Por MAC (SACAVéM)2010-09-02
Mr. Morgan Freeman (Pontuação: 7)
Mais uma história (histórica) bem contada pelo mestre Clint Eastwood em que se destaca, mais uma vez, Morgan Freeman, numa interpretação perfeita de Nelson Mandela. Começei o filme focado no actor e acabei a ver o próprio Mandela. É um deleite.
Por LM30 (MASSAMá)2010-08-25
Á Espera de Mais... (Pontuação: 6)
Filme muito focado no impacto politico, e é mais um filme de vassalação ao Sr. Mandela que sobre a historia heroica da selecção de rugby...

Pontos a reter: mais uma brilhante performance de Morgan Freeman acomapanhado de perto por uma bela representação de Damon. Ficamos a conhecer alguns aspectos do pos-apartheid, que contribuem sempre para um melhoramento da nossa cultura geral...

No geral, um filme muito promissor mas que, a mim não me fascinou, nem esteve à altura das minhas expectativas.
Por Fábio Pinto (S. PEDRO DO SUL)2010-07-18
Mais uma Aposta Ganha! (Pontuação: 9)
Em 1963 Martin Luther King Jr., num discurso para cerca de 200.000 pessoas em que apelava para direitos iguais e ao fim da descriminação racial, disse a dado momento “Eu tenho um Sonho”…não chegou a ver esse sonho realizado, pois foi assassinado em 1968. Quase 30 anos depois, um outro homem, noutro continente, fez o mesmo apelo e conseguiu realizar o sonho.
África do Sul, 1990, depois de mais de 26 anos de prisão, o activista negro Nelson Mandela é libertado. Por entre muita polémica, com o país dividido pelo espectro do apartheid e quase à beira da guerra civil, Mandela é eleito presidente da república em 1994 e tem que resolver a profunda divisão que abala o país antes deste ser anfitrião do campeonato do mundo de râguebi. Ele tem então uma ideia que quer por em práctica custe o custar…
Em “Invictus” existem dois momentos que são os mais marcantes do filme: o primeiro, logo no inicio, após a libertação de Nelson Mandela, este é aplaudido pela população negra em geral, quando a caravana passa numa estrada que divide dois campos onde num jogam futebol jovens negros que aplaudem a passagem dos veículos enquanto gritam por Mandela; no outro campo, uma equipa de brancos treina râguebi e mostram o seu descontentamento pelo acontecimento que ocorrera nas palavras do treinador da equipa. O segundo momento acontece na cena em que na mesma sala estão os representantes negros do recém-eleito presidente e uma equipa de guarda-costas brancos e ambas as equipas estão de costas viradas uma para a outra a lerem o calendário das actividades do presidente. É sobre estas duas cenas, ambas representando o que era a Àfrica do Sul , que “Invictus” se ergue e caminha solenemente.
Realizado pelo veterano Clint Eastwood, autor de “As Bandeiras dos nossos Pais” e “Cartas de Iwo Jiwa” (2006), diptíco sobre a sangrenta batalha de Iwo Jiwa; “Gran Torino” (2009) obra-prima sobre o comportamento do ser humano, “A Troca” (2009) baseado numa história verídica de um desaparecimento ocorrida em Los Angeles na década de 20 do século passado, “Mystic River” (2003) sobre amizade num bairro dos subúrbios de Bóston, ou “Imperdoável” (1992), obra-prima contemporânea em forma de epilogo do western, género incontornável do cinema.
O realizador filma com sobriedade e não usa subterfúgios (apesar da cena do Boeing 747 que sobrevoa o estádio, indiciando outra coisa…). Não força a acção e até as cenas de râguebi estão bem filmadas e doseadas ao longo do filme. Percebe-se que há uma cumplicidade entre o desporto e a câmara, como se esta fosse um jogador captando as atitudes do colectivo e de cada elemento de ambas as equipas. É como aquilo que eu disse em outro comentário: Eastwood não sabe fazer filmes maus, e “Invictus” é mais um exemplo dessa realidade.
Brilhantemente interpretado por Morgan Freeman sobre quem recai a responsabilidade toda do filme e, uma vez mais, o actor mostra estar á altura do desafio. Ligado ao projecto desde que Clint Eastwood havia anunciado o seu interesse em fazer um filme sobre o activista, Freeman foi sempre a primeira escolha do realizador e fica provada uma vez mais a clarividência de Eastwood nas escolhas que faz. Morgan Freeman ficará para sempre ligado a este papel que é, sem dúvida nenhuma, o papel da sua vida (mesmo não tendo ganho o Óscar de melhor Actor para o qual foi nomeado). Ele é tão convincente na sua interpretação (para a qual levou mais de um ano a preparar-se e que incluíram várias reuniões com o próprio Mandela, que, diz-se, ter adorado a interpretação) que se fecharmos os olhos, ouvirmos um discurso de Mandela e depois ouvirmos Freeman a dizer o mesmo discurso, não conseguimos distinguir um do outro!
Matt Damon faz o papel de François Pienaar, capitão da selecção de râguebi da Àfrica do Sul e sobre quem recai a responsabilidade de vencer o campeonato do mundo e ajudar ao esforço de união do país. Damon interpreta o seu papel com grande carisma, onde nem sequer lhe falta o sotaque e se nota bem o corpo musculado que precisava ter para fazer o seu papel (diz-se também que foi o próprio Pienaar que o ajudou a preparar-se para a interpretação) e vence mais esta aposta.
Mesmo não sendo uma obra-prima, nem sequer o melhor filme de Clint Eastwood, “Invictus” será sempre visto como um esforço para tentar contar a história de um período conturbado de um país que esteve demasiado tempo dividido e da pessoa que ajudou a acabar com essa divisão e, visto deste prisma, o filme é nitidamente uma aposta ganha.
Por Rui Cunha (ALGUEIRÃO)2010-07-07
Se gostou deste título, também recomendamos:
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer
Trailer

Últimos comentáriosPróximos Lançamentos
18/Dez
Trailer
19/Dez
Trailer