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A Bela Junie (La belle personne)
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1 Prémio e 3 Nomeações
Realização:
Christophe Honoré
Ano: 2008
Género:
Drama
País:
França
Idade: M/16
Duração: 90 min
IMDB: 6.9
Uma quadrilha de cupidos parece estar à solta no liceu parisiense que é o cenário principal de A Bela Junie, filme de Christophe Honoré. O jovem e prolífico autor francês de Em Paris e As Canções de Amor volta a filmar o amor e a cidade com o tom de quem venera o passado do cinema e da literatura franceses.
Detalhes Técnicos
Duração: 90 min. Vídeo: Widescreen 1.78:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Francês
Legendas: Português,
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O Poder do Amor (Pontuação: 10)
Christophe Honoré continua a assombrar-nos a cada novo filme que faz. Depois do desagradável "Minha Mãe", do envolvente "Em Paris" e do luminoso "As Canções de Amor" (o meu preferido), é surpreendente como consegue manter a fé no poder das palavras e dos sentimentos. Aqui, tudo se passa numa escola e incide sobre os amores/desamores dos alunos e professores. Chega uma nova aluna (a muito bela e muito séria Junie) e tudo se começa a re-configurar à sua volta (as amizades, as paixões). A desenvoltura, a abertura de coração, enfim, a generosidade das personagens, começam a envolver-nos e a embalar-nos a pouco e pouco e, quando damos por nós, já o realizador nos enliou completamente naqueles novelos amorosos. Existem dois momentos cruciais: a descoberta/exposição dos amores irrequietos (divertidos) do primo de Junie e a descoberta, pelo namorado de Junie, dos verdadeiros sentimentos desta, que acabam por levar à tragédia.
Com estes dois momentos, o realizador continua a demostrar-nos que o amor não pode ser gerido por nada, nem ninguém: alguns amores estão fadados ao sucesso, mas a maior parte deles ao insucesso. O Louis Garrel continua irrepreensível (é quase perfeito) e o Gregoire Leprince-Riguet (depois da surpresa d'"As Canções de Amor") continua a mostrar-nos que ainda vai dar cartas no cinema Francês. Uma chamada de atenção para o momento em que uma das personagens começa a cantar em pleno filme (mecanismo que está na base do filme anterior): é sublime e de partir o coração.
Por PMatos (BARREIRO)2010-07-11
Surpreendente
No melhor estilo do cinema europeu. Uma visão crua de uma juventude Francesa plena de problemas e conflitos. Um história de amor votada ao insucesso. Surpreendeu.
Por Flashman (CAMARATE)2010-07-02
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