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O Padrinho: Parte II (BLU-RAY) (The Godfather: Part II)
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10 Prémios e 18 Nomeações
Ano: 1974
País:
EUA
Idade: M/16
Duração: 192 min
IMDB: 9.0 (181.845 votos)
Edição Restaurada por Coppola, agora em Alta Definição Blu-ray.

Este brilhante complemento ao original O Padrinho continua a saga de duas gerações sucessivas no poder, no seio da família Corleone.
O realizador Francis Ford Coppola conta duas histórias nesta Parte II: as raízes e ascensão de um jovem Don Vito, interpretado com enorme talento por Robert De Niro, e a ascensão de Michael (Al Pacino) como o novo Don. Juntando de novo grande parte dos actores que ajudaram a fazer O Padrinho, Coppola produziu um filme de espantosa magnitude e visão, e sem qualquer dúvida a melhor sequela jamais feita. Robert De Niro venceu um Óscar, um dos seis conquistados pelo filme, incluindo Melhor Filme de 1974.
Detalhes Técnicos
Duração: 192 min. Vídeo: Widescreen 1.78:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 - Castelhano; Italiano Dolby TRUEHD 5.1 - Inglês
Legendas: Português, Inglês, Italiano, Castelhano, Grego, Polaco, Hungaro
Extras: Comentários do realizador
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Más de lo mismo para disfrutar (Pontuação: 10)
Un goce para los sentidos esta segunda parte de el Padrino. Todo lo que ansiábamos saber en la primera parte tiene respuesta en esta propuesta. Amplía con todo lujo de detalles la vida de Michael Corleone (Al Pacino) y cuenta lo que en la primera no sabíamos sobre Vito Corleone: sus pasos para llegar a ser el gran “capo” de la mafia siciliana. En paralelo la información nos llega y nos motiva a enfrentar la larga duración de la cinta.

Coppola repitió su fórmula mágica y no defrauda. Se rodeó del mismo elenco y de los mismos recursos técnicos para rodar esta maravilla. El éxito fue total, dejando esta secuela magnífica para la posteridad. Impecable como siempre, renuncia a la violencia más explícita y sangrienta en prol de una violencia psicológica. Hay escenas muy duras de encajar.

Michael Corleone (Al Pacino), (un poco más maduro que en la primera) es el eje central de la cinta, sus decisiones son un amasijo de sentimientos antagónicos entre el deber para con los suyos y sus negocios de familia. Teniendo que elegir “in extremis” entre los dos. Cuanto más triunfa en los negocios de la familia, más se desmorona su estructura personal. Aún tengo grabada en mi cabeza su “beso\abrazo de la muerte” y sus ojos de hielo ordenando un asesinato muy significativo. Otra de las imágenes universales del cine, que no deja imperturbable a nadie. Es bastante doloroso asistir a una reunión familiar feliz para al final contemplar la fotografía de un hombre abandonado a la soledad más silenciosa y tormentosa. Al Pacino demuestra su supremacía artística en todo el proceso haciéndonos interiorizar su agonía.

Robert De Niro (Vito Corleone). Jovencísimo en esta película. Decidió imitar al gran maestro (Marlon Brandon), aprendió italiano y moldeó un poco la voz para dar continuidad a la línea diseñada en la saga. Su Oscar como secundario fue merecido y meritorio. Su historia es la escalada secuencial en el mundo del hampa, pero con la diferencia de un sentido del honor y el respeto por encima de la media que formaron y crearon una personalidad férrea y distinta. Los orígenes de Vito Corleone fueron forjados entre el abandono y la violencia, pero él ante todo, salvó protegió y amó siempre a todos los que componían su entorno.

Diane Keaton (Kay Corleone). En la primera parte me dejó indiferente quitando la escena final. En esta me encantó. Hay algunas escenas que comparte con Pacino tremendas, cargadas de emotividad y aterradoramente crueles. Su resistencia a integrar una moralidad que condena es valerosa. Te retuerce el corazón penosamente varias veces en el filme.

PD: La puntuación de la primera parte del Padrino (me olvidé) es igual a esta: 10.
Por Isabel (LISBOA)2009-09-05
A Mãe de todas as Sequelas! (Pontuação: 10)
A principio Francis F.Coppola não queria fazer este filme. Depois de todos os problemas de produção com o primeiro filme, ele não estava muito interessado em voltar ao tema. Foi Al Pacino quem o convenceu a embarcar no projecto. Em boa hora isso aconteceu porque o resultado ultrapassou as expectativas.
Com luz verde da produção, Coppola dá largas ao seu génio criativo com a entusiasmada ajuda de Mario Puzo. Por um lado continua a história de Michael Corleone (Al Pacino) como o novo Padrinho, por outro volta ao passado e conta a história de Vito Corleone (Robert DeNiro) desde a sua fuga da Sicília até à sua ascensão como Padrinho.
Pondo de lado a violência que caracterizara o primeiro filme, é no elenco, todo ele excepcional, que recai a responsabilidade de levar o filme a bom porto e isto é plenamente conseguido ao longo das mais de três horas de filme. O destaque vai, claro, para as interpretações de Pacino e DeNiro, esta última vencedora de um Oscar para o Melhor Actor Secundário. Al Pacino ultrapassa-se com esta interpretação ao transformar-se naquilo que nunca quisera no primeiro filme. Isto é perfeitamente patente na cena do confronto que Michael tem com Fredo (John Cazale), seu irmão mais velho, após descobrir que fora ele quem o atraiçoara: é absolutamente brilhante e violenta ao mesmo tempo, a prestação dos dois actores.
Técnicamente brilhante em todos os aspectos, esta segunda parte de "O Padrinho"tornou-se a primeira sequela de um filme de sucesso (numa altura em que ainda não se falava de sequelas como se fala hoje). Chamei-lhe a mãe de todas as sequelas porque este filme é, sem dúvida nenhuma, a melhor sequela da história do cinema. Uma sequela que é melhor que o original, que superou o original em prémios (lembro que "O Padrinho ganhou três Oscares da Academia incluindo o Melhor Filme do Ano), ao vencer seis Oscares da Academia, incluindo o de Melhor Realizador e Melhor Filme do ano (Única sequela a atingir tal feito!). Por isto tudo não hesito em atribuir a este filme a pontuação máxima.
Obrigatório!
Por Rui Cunha (ALGUEIRÃO)2009-01-04
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