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Estado de Guerra (The Hurt Locker)
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79 Prémios e 47 Nomeações
Realização:
Kathryn Bigelow
Argumento:
Mark Boal
Ano: 2008
País:
EUA
Idade: M/16
Duração: 130 min
IMDB: 8.0 (25.549 votos)
“Estado de Guerra é o melhor filme de guerra em muitos anos.”
- Jorge Mourinha, Público

“O mais brutal e visceral filme sobre a Guerra do Iraque” – Manuel Cintra Ferreira, Expresso
A Guerra é uma droga. Ninguém sabe isso melhor do que o Sargento James, líder de uma unidade de elite do exército cuja função é o desarmamento de bombas em pleno combate. Para fazer este enervante trabalho, não é suficiente fazer o melhor: tem de se ser bem sucedido numa zona onde a margem para erro é zero, pensar tão diabolicamente como um criador de bombas, ser implacável e enérgico. Estado de Guerra tem sido aclamado pelos críticos como “uma criação genial repleta de adrenalina” (A.O.Scott, The New York Times) e “um dos melhores filmes de guerra.” (Richard Corliss, Time).
Detalhes Técnicos
Duração: 130 min. Vídeo: Widescreen 1.78:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Inglês Árabe
Legendas: Português,
Comentários dos utilizadores: Escreva um comentário sobre este título
Abjecto Objecto! (Pontuação: 1)
O facto de este "filme" (sequência de 24 fotogramas por segundo) ter sido premiado nos EUA é, por si só, motivo suficiente para nos fazer constatar a miséria a que chegou o cinema popular nesse país. Uma nulidade!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2015-07-25
Com pouco se fez pouco (Pontuação: 4)
Este filme é nitidamente um classe B de (muito) limitado orçamento. Nota-se isso na falta de figurantes, na quase inexistente banda sonora e na escassez de meios em geral. Mas o pior de tudo é que, pese embora incluir cenas violentas e pesadas, está isento de suspense, não prendendo o espetador ao ecrã. Este pretenso filme de guerra, emerge na mediocridade ao ser mal acessorado (penso que não será por ser dirigido por uma mulher), com passagens que nada traduzem a realidade. Já agora, as munições com sangue não fazem encravar uma arma, pelo que não é necessário lavar nem soprar!
Não deixa de ser impressionante para quem não conhece. Recomendo a esses.
Por Mário Silva (CHAVES)2012-06-11
Detestei (Pontuação: 4)
Comparar este filme ao Avatar é Incrivelmente Injusto um Filme Normal sobre guerra muito virado para a América.
Por Sérgio Camões (QUELUZ)2011-07-07
Boa surpresa (Pontuação: 9)
Estava curioso por perceber a razão de um filme de guerra ter ganho tantos Óscares. Pensava que era uma atribuição politica ( filme com o orçamento mais baixo, ex-mulher do James " Avatar " Cameron, guerra do Iraque .. ) e foi uma bela surpresa. Para já não se trata bem de um filme de guerra, mas um drama de guerra. Não temos um exagero de tiros e explosões, mas um drama que espelha todo um conjunto de sentimentos de que tem que cumprir as missões num teatro de guerra. A isto, juntamos uma fotografia excepcional, e temos um filme que prende do inicio ao fim.
Por Anúbis (LISBOA)2010-09-13
O Clássico que ainda não o é! (Pontuação: 10)
Prácticamente em todas as guerras que aconteceram no século XX, o cinema soube, umas vezes bem, outras mal, transpô-las para o grande écran. Já com a primeira década do novo século decorrida, ainda o cinema continua a reescrever a história do anterior, formando assim uma espécie de memória colectiva entre os dos séculos. mas este também já teve o seu quinhão de guerras, algumas delas ainda decorrem e estão agora a começar a ser transpostas para o grande écran.
No Iraque, um esquadrão de Élite do exército americano tem a seu cargo a perigosa missão de desarmar bombas nas zonas de combate. O Sargento William James é um desses homens que chega para liderar aquele esquadrão depois da morte do seu chefe e o seu quase à-vontade naquele ambiente choca com todo o cuidado que os seus companheiros utilizam nas missões que cumprem dia-a-dia.
Partindo do romance que o jornalista Mark Boal escreveu (e adaptou para o grande écran) acerca dos tempos em que acompanhou o exército americano na linha da frente, Kathryn Bigelow, realizadora de "Ruptura Explosiva" (1991), um thriller policial carregado de adrenalina com Keanu Reeves e Patrick Swayze e de "Estranhos Prazeres" (1995), um thriller de ficção cientifíca quase profético com Ralph Fiennes, Angela Basset e Tom Sizemore, fez um filme enérgico. Evitando tomar partido em qualquer dos lados do conflito, Bigelow centra o seu filme num registo quase documental (embora não tão realista como "Redacted - Censurado" de Brian DePalma, 2007), com sentido de acção e momentos de suspense muito bem conseguidos através duma montagem minuciosa e pormenorizada (a cena da primeira missão de James ou o único momento de combate no deserto são disso exemplo). Hà, no filme, para além do lado bélico, um lado humano que Kathryn Bigelow também consegue captar ( a cena em que James, comovido, trata do corpo do miúdo bombista como se de um filho seu se tratasse; ou quando o mesmo James telefona para casa só para ouvir a voz dos seus entes queridos; ou ainda as cenas passadas nas casernas e as conversas e brincadeiras que eles têm entre si), o que torna a obra mais interessante.
Com um elenco prácticamente desconhecido onde sobressai o nome de Jeremy Renner (nomeado para o Oscar de Melhor Actor) que interpreta William James, cuja frieza no campo de batalha (neste caso, no desarmamento de bombas) só é ultrapassada pelas suas próprias fraquezas (a raiva que sente quando vê o que fizeram a Beckam, o miúdo por quem sente alguma amizade).
A interpretação de Renner é firme e credível (a já citada cena com o corpo do miúdo bombista ou aquela em que James, num supermercado não consegue decidir que cereais deve comprar para o filho, servem de exemplo da maneira como o actor agarrou a personagem). No elenco surgem ainda nomes conhecidos como Ralph Fiennes, David Morse, Evangeline Lilly ou Guy Pearce em interpretações secundárias.
Nomeado para nove Óscares da Academia, "Estado de Guerra" venceu seis, incluindo o de Melhor Filme do Ano e Melhor Realização e fez história. Após ser apenas a quarta mulher a ser nomeada para o prémio de Realização, depois de Barbra Steisand por "Yentl" em 1983; Jane Campion por "O Piano" em 1993 e Sofia Coppola por "Lost in Translation" em 2003, Kathryn Bigelow tornou-se na primeira mulher a ganhar o Oscar de Melhor Realização.
Abordando uma temática pouco habitual neste género e tratando-se de um primeiro filme sobre uma guerra que ainda é muito recente, "Estado de Guerra", não será o filme definitivo sobre o conflito do Iraque, longe disso, é uma contribuição para o estudo do conflito e nesse campo é um filme obrigatório que só o tempo se encarregará de elevar ao estatuto que merece.
a não perder!
Por Rui Cunha (ALGUEIRÃO)2010-04-10
BOM FILME (Pontuação: 9)
Excelente filme, bem realizado, argumento espectacular, realização fantástica
Por João Leitão (LISBOA)2010-04-06
ARREPIANTE (Pontuação: 9)
Alguns militares querem ser heróis, outros apenas querem chegar ao fim da sua missão...
Alguns civis estão envolvidos no conflito, outros são vítimas daquele...
E nós, os espectadores, conseguimos sentir o que é estar num palco de guerra: medo, raiva, coragem, compaixão e adrenalina. Ao longo do filme, todos esses sentimentos nos assaltam e pegam desprevenidos. Arrepiante...
Por PMG (CASCAIS)2010-03-29
BOM FILME (Pontuação: 7)
É um bom filme....interessante e actual....

parece-me um pouco exagerado a nomeação para melhor filme....mas como actualmente os prémios são ganhos graças aos pormenores técnicos....e não à reacção das pessoas comuns ao filmes....tudo é possível...

Já saíram muitos filmes deste género no ultimo ano e meio, este é dos melhores qui ça o melhor até... este filme baseia-se muito em redor das bombas, da desactivação das mesmas....

Não contem muita acção mas a pouca que podemos ver é de qualidade.....

A Ver....
Por Fábio Pinto (S. PEDRO DO SUL)2010-03-08
Estado de Guerra (Pontuação: 9)
Grande filme!
O Favorito aos óscares, juntamente com sacanas sem lei..
Jeremy Renner afirma-se aqui um excelente actor, e Kathryn surpreende tudo e todos..
Argumento espectacular, realização fantástica, apenas peca uma pouco em algumas cenas usarem muita câmera-á-mão. De resto, está espantoso!
Por Tineon (ASDAS)2010-02-20
Fantástico (Pontuação: 9)
De longe o melhor filme de guerra do Iraque.
Muito bem realizado, real... até parece que estamos a viver a guerra na Iraque.
Melhor filme de 2010.
Por Rui Proença (LISBOA)2010-02-19
Muito bom! (Pontuação: 10)
Excelente filme, bem realizado, boa fotografia, bom argumento...!!!!
finalmente temos um bom filme de guerra!!!...
Por André Espinho (Lisboa)2010-02-19
Melhor Filme de guerra depois do Resgate do Soldado Ryan (Pontuação: 8)
Muito bem filmado e sobre um tema da actualidade. Filme a não perder em 2010.
Por Jose Sacadura (LISBOA)2010-02-17
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