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O Estranho Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button)
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27 Prémios e 68 Nomeações
Realização:
David Fincher
Ano: 2008
País:
EUA
Idade: M/12
Duração: 166 min
IMDB: 8.2 (83.303 votos)
VENCEDOR DE 3 OSCARES DA ACADEMIA.

“Um conto épico que contempla...
nascimento e morte e, acima de tudo, amor.” – Kirk Honeycutt, THE HOLLYWOOD REPORTER
“Eu nasci sob circunstâncias pouco usuais.” E assim começa O Estranho Caso de Benjamin Button, adaptado a partir da história de F. Scott Fitzgerald datada de 1920, sobre um homem que nasce octogenário e regride na sua idade. Desde o seu nascimento em New Orleans no ano de 1918, atravessando o alto mar, passando pelo bombardeamento de Pearl Harbor, para regressar novamente a casa - a viagem de Benjamin é extraordinária mas ao mesmo tempo tão comum como a vida de qualquer homem.

Realizado por David Fincher (Zodiac, Clube de Combate, Seven) e protagonizado Brad Pitt e Cate Blanchett como Benjamin e Daisy, almas gémeas desencontradas no tempo, "O Estranho Caso de Benjamin Button" é uma viagem no tempo, uma aventura épica sobre as alegrias da vida, a tristeza da perda, e um amor que perdura no tempo.
Detalhes Técnicos
Duração: 166 min. Vídeo: Widescreen 2.40:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Inglês Espanhol Alemão
Legendas: Português, Espanhol, Alemão,
Comentários dos utilizadores: Escreva um comentário sobre este título
Álem duma história de amor (Pontuação: 9)
O que posso dizer acerca deste filme fantástico, adorei...
A história é surpreendente mágica, que nos agarra desde o primeiro ao último minuto.
Fiquei de tal forma prendida com o desenrolar desta história de amor, que nem me apercebi que o filme tinha 166mn, o tempo voou...E chamar-lhe apenas história de amor, é demasiado modesto para este filme. Pois no desenrolar desta vida ao "contrário", assistimos a uma verdadeira lição de história e do valor do tempo e como o usamos.
E mais importante que tudo, a verdadeira "moral" deste filme...que nunca é tarde ou cedo neste caso para mudar...basta querer ;)
E claro, não esquecer o fantástico trabalho de caracterização e a brilhante interpretação dos protagonistas.
A não perder...
Por Sonja (MOSCAVIDE)2011-03-15
Filme fantástico (Pontuação: 10)
Vi recentemente este filme ( já com um atraso considerável ) e a minha alta expectativa não foi defraudada. A história está muito bem conseguida. Muito imaginativa, consegue encaixar na perfeição acontecimentos nas vidas de várias personagens (no seu decurso normal de vida de novos para velhos) e de uma personagem que vive a sua vida ao contrário, uma vez que nasce velho e com o tempo fica cada vez mais novo. Belíssima interpretação do Brad Pitt, que se revela cada vez mais como um actor muito polivalente. Recomendo sem duvida ...
Por Anúbis (LISBOA)2010-09-13
Las agujas de un reloj (Pontuação: 7)
Fue extraño ver este filme después de todo lo que David Fincher realizó anteriormente, me la imaginé diferente. “El club de la lucha” y “seven” son dos de mis películas favoritas, tenía bastante curiosidad por esta y encontrarme una historia de amor me descolocó un poco. La primera reacción cuando terminó fue de desconcierto. Suprimí de mi cabeza las comparaciones y todo empezó a tomar el sentido y la orientación adecuados.

Fincher nos deja dentro del filme una técnica harmoniosa, perfecta y desenvuelta en muchos aspectos. La caracterización y el maquillaje son lo primero, tanto en Brad Pitt como en el resto del elenco, creíble en todo momento y acompasada a cada personaje en concordancia temporal. Fotografía que es verdaderamente magistral en cada escena, desde los primeros tonos ocres muy a juego con el uniforme característico de los soldados norteamericanos para cambiar a tonos tan dispares como amarillos, azulados, grises y rojizos.
Flashback impecables implantados con precisión suiza que enriquecen el contenido y resaltan el dramatismo en algunas escenas. Montaje que diferencia los espacios temporales en cortes con planos cortos para mantener los espacios de tiempos breves, fundidos y planos generales para destacar los cortes que abarcan el pasar de los años. Primeros planos cada vez que los protagonistas se reencontraban a modo de repetición para destacar la proximidad emocional de ambos……………… comentar todo es imposible, pero no hay escena en la que el uso de las diferentes técnicas sobre, falte o falle. Lo único que fue exagerado es la larga duración de la película, a veces se enlentece un poco, pero intentar resumir 80 años de una persona en mucho menos tiempo es muy poco probable.

Argumento que gira alrededor de las circunstancias especiales del protagonista y sus vivencias, inversamente proporcionales al cuerpo físico que representa. Como eje principal se centra en una historia de amor y los encuentros y separaciones de ambos protagonistas. Eché de menos una exploración más vasta de los pensamientos del protagonista, y su poca interacción con el mundo que le rodeaba, asumiendo siempre una postura activa en emprender cosas pero pasiva en demostrar. Los conocimientos cognitivos fueron valiosos pero poco profundizados. Lo que más me fascinó dentro del guión fue la gran metáfora del reloj, el tiempo como un apéndice maldito no linear. Produciendo los milagros de vida y muerte, de pasado y futuro en círculos concéntricos expandiéndose y mezclándose.

Brad Pitt (Benjamin Button) Actuación regular, dentro de los parámetros de filmes como “Meet Joe Black” o “Mr and Mrs Smith”, que más parecen un “book” fotográfico que una interpretación. La caracterización es muy buena así como las imágenes digitalizadas, pero la imperturbabilidad y el poco movimiento que le dio al personaje no me convencieron, por veces parecía estático, como una figura de cera que parece real pero cuando nos aproximamos es fría y semejante a una estatua.

Cate Blanchett (Daisy) Magnífica, con ella recorremos de la mano múltiples sensaciones y todas ellas de pura magia emocional. Desde sus locuras adolescentes a su madurez y su final agónico. Te va conquistando poco a poco en todas sus facetas con sensibilidad, con rabia, con dulzura, desde su impulso de fuego más íntimo hasta el triste mirar de unos ojos azules intensos y densos como un océano. Expresión corporal divina. Extraordinaria.

Taraji P. Henson (Queenie) Arrolladora, mujer que además de estar como pez en el agua en el papel y en la plasticidad que le administra, es el componente atípico dentro de todos los considerados “normales”. Desafiando a todo se encarga de amar a un bebé diferente porque le da la gana, porque no le importa, porque decide luchar por él. Si alguien demuestra amor incondicional dentro de este filme es ella. Es imposible no prenderse a ella desde la primera imagen, amarla sin más por su entrega desinteresada y cargada de autenticidad. Amorosa, tierna, humorística, temible (cuando se enfada)…………reúne bajo su persona sensaciones únicas.
Por Isabel (LISBOA)2009-10-26
Estava enganada!! (Pontuação: 8)
Ao ouvir a história do filme não fiquei com o minimo de vontade de assistir este filme. Pareceu me completamente irreal e achei impossivel que uma história tão "absurda" me agradasse. Mas devido aos prémios e as excelentes críticas, decidi vê-lo, nem que fosse para dizer que não gostei! A verdade é que acabou por se revelar uma história muito bem construida que apesar da sua irrealidade, não é absurda e durante aquelas horas consegui acreditar naquilo que se estava a passar. Nem o excessivo tempo de filme me fez ficar desatenta por um minuto, o tempo passou a correr! Para alem de tudo isto, nota máxima para a caracterização !
Por Rita Póvoas (MAIA)2009-07-20
Apenas estranho só 3 Óscares!!! (Pontuação: 10)
Achei tudo espectacular menos o tempo do filme (166 Min.), Ufa! Quem alguma vez não pensou em viver a vida da frente para trás, nem que fosse por momentos... e se possível acabar num grande orgasmo!
Excelente mesmo.
Por Rogério Marques (LISBOA)2009-06-16
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