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Frost / Nixon (Frost/Nixon)
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8 Prémios e 41 Nomeações
Realização:
Ron Howard
Argumento:
Peter Morgan
Ano: 2008
Idade: M/12
Duração: 122 min
IMDB: 8.0 (19.854 votos)
Durante três anos, e após ter sido forçado a abandonar o cargo, Nixon permaneceu em silêncio. Mas, no Verão de 1977, o rígido e astucioso antigo comandante-supremo concordou em participar numa entrevista integral e confrontar as questões relacionadas com o seu tempo na presidência e com o escândalo Watergate que lhe pôs termo. Nixon supreendeu tudo e todos ao seleccionar Frost para o seu confessor televisivo, tencionando facilmente levar a melhor ao jovial entertainer britânico e assegurar um lugar nos corações e na memória dos Americanos.
Detalhes Técnicos
Duração: 122 min. Vídeo: Widescreen 2.35:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Inglês Espanhol Italiano
Legendas: Português, Inglês, Espanhol, Italiano,
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Mentiras arriesgadas (Pontuação: 7)
Me supo a poco este filme, mis expectativas eran altas, el abordaje que hace del watergate es bastante superficial, se resume a unas imágenes iniciales exponiendo la caída fulgurante de Nixon, tras la bomba del escándalo. No profundiza en las implicaciones secundarias ni en los demás secretos todavía por descubrir. La línea de este filme rodado como un documental televisivo, es bastante soft, no aporta datos recientes sobre el escándalo, se centra sobre todo en el duelo que los personajes encierran. Ese formato documental no es de mis favoritos, pero está muy bien conseguido y realizado, sobre todo en los primeros planos de los dos protagonistas y los cortes con entrevistas a los protagonistas dan mucho realismo al género retratado.

Ron Howard no es Michael Moore, ni de lejos ni de cerca, ni se le aproxima, se quedó en unos cuantos datos publicados hace demasiado tiempo, te refresca la memoria, pero nada más. Un filme sobre el tema da para mucho más, no es la primera vez que en ese país de “oportunidades” se les descubren los traseros llenos de porquería. Un país que la esencia de la controversia antidemocrática, pura hipocresía y fanatismo ideológico absurdo. Sólo hay que tomar como ejemplo la muerte de Kennedy (y la bala mágica que entra por un orificio y recorre medio cuerpo antes de salir), el desaparecimiento de Jimmy Hoffa (indultado por el propio Nixon en su más que probada relación con la mafia), o el “suicidio” de mi amada Marilyn Monroe (por ser amante de dos Kennedy entre otras cosas). Ejemplos todos de cómo la justicia es aplicada en el “sueño americano”, y en las parodias de tribunales y comisiones interminables que más que descubrir, encubren a criminales de guante blanco.

Ron Howard se centra aquí más en la parte más humana (Si eso es posible) de Richard Nixon. Relegado a un segundo plano, nos encontramos con un hombre derrotado por la opinión pública. Cansado de negar la evidencia de su corrupción y harto de jugar al golf. (Como es posible ser tan insensiblemente superficial). Nos encamina para ese enfrentamiento con Frost, un profesional televisivo, un poco mediocre pero con gancho, vividor de la noche, y bastante frívolo. La desigualdad de condiciones intelectuales y personales está muy bien tratada y conseguida por parte de Howard, en una guerra a partida demasiado fácil de ganar por Nixon. El desarrollo de ese guión es interesante y ver como Frost se crece digno de ver.

Frank Langella (Richard Nixon) Su actuación es extraordinaria, si en la realidad fue el perdedor delante de toda una nación, en el filme es el ganador por completo de todo el elenco, se los mete en el bolsillo a todos, incluido a Sheen. Desde su prepotencia, su furia, su desgaste, todo desde la primera hasta la última escena es creíble y te hace partícipe de todas sus sensaciones. Me encantó como Langella encarnó a Nixon, sobre todo el último tercio del filme, sus puestas en escena son impecables.

Michael Sheen (Frost) Correcto pero justito. Deja bastante más marcadas sus facetas extra curriculares como playboy que como periodista, le vi mucho mejor en todas las escenas que interpretó fuera del plató de televisión exceptuando la última entrevista con Nixon, ahí se destacó bastante.

Kevin Bacon (Jack Brennan) Magnífico como secundario, dosis de dramatismo y lealtad en todas sus intervenciones, dejando la piel de gallina por su imperturbable representación. Una de las mejores que le he visto en los últimos tiempos.
Por Isabel (LISBOA)2009-10-14
Uma Batalha Televisiva a não perder! (Pontuação: 10)
O escândalo de Watergate que abalou os Estados Unidos em 1974 e que levou à resignação do presidente Richard Nixon, foi retratado no magnifíco filme de 1976 "Os Homens do Presidente" (Alan J.Pakula, 1976), levemente abordado em "Nixon"(Oliver Stone, 1995) e é referido em tom de comédia em "Forrest Gump"(Robert Zemeckis, 1994). Causa sempre algum embaraço falar na única resignação que a história americana regista e ainda hoje o escãndalo está longe de ter terminado.
Caído em desgraça depois da sua resignação, Nixon é um homem amargurado, sente-se incompreendido e anseia por uma chance de se justificar perante o eleitorado. David Frost é um apresentador de talk-shows que surpreende tudo e todos ao convidar Nixon para uma série de entrevistas e este aceita na ideia de finalmente se poder justificar perante a história. Está montado o cenário para uma das maiores batalhas televisivas de que hà memória.
Realizado por Ron Howard, realizador de "Splash - a Sereia" (1984) o seu primeiro grande sucesso de bilheteira; ou "Apollo 13" (1995) um dos seus melhores filmes; "Uma mente brilhante"(2001) premiado como Melhor Filme do Ano e Melhor Realizador; mais recentemente entrou numa faceta mais comercial ao realizar "O Código DaVinci" (2006) e "Anjos e Demónios"(2009); "Frost/Nixon" foi baseado numa peça teatral de Peter Morgan (que também escreveu o argumento) e realizado em estilo documentário televisivo, meio que Howard conhece bem porque antes de se dedicar ao cinema participou em séries televisivas, sendo a mais conhecida "Happy Days - Dias Felizes".
As interpretações são espectaculares. Todo o elenco agarra os papéis o melhor que podem e sabem. os secundários Sam Rockwell, Oliver Platt, Kevin Bacon são absolutamente credíveis. Mas o triunfo do filme assenta todo em Frank Langella e em Michael Sheen nos papéis respectivamente de Nixon e Frost. As cenas que ambos partilham são absolutamente fabulosas. Langella é simplesmente genial no retrato que faz do presidente americano, chegando quase a ofuscar a interpretação de Anthony Hopkins no semi-biográfico "Nixon". A cena em que, durante a última entrevista, Frost pergunta a Nixon se cometeu ilegalidades, este responde que "Quando o Presidente o faz, isso quer dizer que não é ilegal!" é de antologia, digna de figurar na galeria das melhores interpretaçõs de sempre.
As entrevistas são apenas o pretexto para a batalha que se trava entre estas duas personalidades. De um lado temos a comunicação social e o seu peso na sociedade, que ajudou a que o presidente fosse destituído de funções; do outro temos essa mesma personagem a querer usar as mesmas armas que o derrotaram para se justificar perante a história. É este o grande trunfo de "Frost/Nixon".
Nomeado para cinco Óscares da Academia, "Frost/Nixon" foi um dos grandes derrotados do ano, o que foi uma pena porque filmes destes acontecem cada vez mais de longe em longe. Ron Howard tem aqui um dos seus melhores filmes e que nas nossas salas passou quase despercebido.
para quem quiser passar um serão sem sair de casa, este é o filme indicado.
Por Rui Cunha (ALGUEIRÃO)2009-09-25
Excelente filme (Pontuação: 9)
Mais um filme baseado em factos reais, neste caso o abandono do cargo pelo Presidente Nixon, depois do escândalo de Watergate. O papel de Nixon é brilhantemente representado, enquanto Frost consegue captar a nossa atenção com uma actuação sóbria e em vários momento divertida. Enquanto nos entretêm com boas interpretações, permite-nos aprender algo do passado recente da história dos EUA. Aconselho vivamente este filme.
Por Anúbis (LISBOA)2009-06-22
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