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Close-Up (Nema-ye Nazdik)
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2 Prémios
Realização:
Abbas Kiarostami
Ano: 1990
Género:
Drama
País:
Irão
Idade: M/12
Duração: 93 min
IMDB: 8.2 (1.145 votos)
Inédito em Portugal – Edição DVD a partir de novo master digital restaurado HD (Alta Definição)
Close-Up (Nema-Ye Nazdik) é a grande obra-prima de Abbas Kiarostami, inédita e quase desconhecida em Portugal. Neste filme o realizador iraniano leva mais longe a sua arte, baralhando as fronteiras do documentário e da ficção, pondo as pessoas a interpretarem-se a si próprias, recriando acontecimentos reais, e fazendo com que a linha entre o cinema e a vida se esbata.
A história gira em torno de Hossain Sabzian, um jovem e modesto empregado de uma tipografia, que é também um cinéfilo apaixonado pela obra do realizador Mohsen Makhmalbaf, e que se faz passar por ele junto de uma família. Quando a sua burla é descoberta, Sabzian é preso e julgado por tentativa de fraude.
Kiarostami visitou Sabzian na prisão, e obteve permissão para filmar o seu julgamento. O resultado é este impressionante filme que levanta questões sobre o trabalho e a vida, e ainda sobre o próprio cinema e a sua vivência no Irão.
Detalhes Técnicos
Duração: 93 min. Vídeo: 1.37:01
Áudio: Dolby Digital 5.1 Iraniano
Legendas: Português,
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O Cinema Reinventa-se (Pontuação: 9)
Este é mais um belo e raro Kiarostami, que só agora vi, graças à Cineteka. Um filme diferente, porque documenta uma situação real, o chamado 'fait divers', que Kiarostami decidiu aproveitar de imprevisto para fazer um filme, mas, e o mas é de peso, usando os próprios intervenientes, representando-se ... a si mesmos! Todo o esquema narrativo e montagem usados são magistrais, aproveitando o próprio julgamento de Hossain Sabzian, "personagem" principal, e que a ficha da Cineteka acima estranhamente omite. Um filme que baralha todo o cinema e volta a dar, terminando em autêntica poesia visual, para aqueles que forem capazes de não abandonar Hossain na sua infelicidade. Um filme magnífico, para muitos uma obra-prima. Saliento um extra no DVD com um comentário de Jorge de Silva Melo, um dos que se sentiu esmagado por este filme. Sabe umas coisitas de cinema, ele!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2016-12-28
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