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O Lado Selvagem (Into the Wild)
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12 Prémios e 37 Nomeações
Realização:
Sean Penn
Ano: 2007
País:
EUA
Idade: M/12
Duração: 140 min
IMDB: 8.3 (49.111 votos)
Recentemente saído da Universidade, com um brilhante futuro à sua frente, Christopher McCandless (EMILE HIRSCH), um jovem de 22 anos, opta por prescindir da sua vida privilegiada e partir em busca de aventura.
O que lhe acontece durante este percurso transforma este jovem vagabundo num símbolo de resistência para inúmeras pessoas.
Era Christopher McCandless um aventureiro heróico ou um idealista ingénuo, um Thoreau rebelde dos anos 90 ou mais um filho americano perdido, uma pessoa que tudo arriscava ou uma trágica figura que lutava com o precário balanço entre homem e natureza?
Cada etapa da sua viagem é retratada nesta adaptação de Sean Penn do aclamado best-seller de Jon Krakauer, «O LADO SELVAGEM», o qual é tanto sobre a insaciável ânsia por família, casa e ligações como sobre a busca pela verdade e felicidade.
Detalhes Técnicos
Duração: 140 min. Vídeo: Widescreen 2.40:1 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Inglês, Checo, Hungaro
Legendas: Português, Inglês, Checo, Hungaro, Romeno, Islandês, Croata, Grego, Sérvio, Esloveno, Eslovaco
Comentários dos utilizadores: Escreva um comentário sobre este título
Falta-lhe só um bocadinho assim... (Pontuação: 8)
Sim, é um excelente filme e esteticamente irrepreensível. No entanto, falta-lhe ser um bocadinho menos lamechas, no que diz respeito à relação do personagem com a família. Quase que se torna num "caso da vida", quando haveria todos os ingredientes para dar mais profundidade ao personagem, e quando o actor até tem uma interpretação muito mais nobre do que a história que lhe querem dar. Na minha opinião, quiseram tornar o filme mais acessível, em sacrifício de uma reflexão sobre os valores da nossa sociedade (ou da sociedade americana actual).
Por IMartins (LISBOA)2010-03-15
Huyendo de la realidad (Pontuação: 4)
Siento lástima por el desenlace final del protagonista y respeto eso profundamente. Siento que se perdiese la oportunidad de disfrutar todo lo que su futuro le reservaba. Siento tristeza porque sólo en el final descubriese su esencia.

Lo que no puedo contener en este comentario es expresar mi disconformidad con la nota que se le adjudica a este filme. Por muchos motivos, el principal ideológico. El filme se nos presenta como la búsqueda de la libertad de un joven antiimperialista, alguien cuyos valores personales eran tan fuertes que se desprende de todo y todos. Un ser humano que en su verdad intenta ser fiel a sí mismo contra todo el mundo. Nos lo venden como una proeza gigantesca en una síntesis de unirse a la naturaleza. Yo no consigo verlo así, lo intento……… pero no puedo.

No quiero quitar valor a su historia y la respeto, pero una cosa es buscar tu felicidad y otra muy diferente es huir, escaparse para no enfrentar tus problemas. Despreciar a todos los que te aman y egoístamente dar consejos filosóficos que él propio no puede seguir. Y el personaje protagonista hace eso en su viaje, se fuga de su casa de una manera bastante cobarde. Desaparece sin pensar en todo lo que eso provoca en su entorno. Se ausenta porque no consigue enfrentar la verdad de sus orígenes. Para más “inri” lo repite constantemente en su travesía, con todas las personas que se cruzan en su camino e intentan amarle. Destroza a todos los que le ayudan y los deja siempre despedazados en pro de su infantil capricho de niño rico inflamado por la lectura de un libro de Thoreau. Personajes que por cierto parecen salidos de un cuento de hadas y siempre acaban por bailar a la luz de la luna y en paz consigo propios. Vale, me lo creo, todos somos hippies por dentro, adalides de el amor libre, defensores de la verdad y revolucionarios reaccionarios…………….. claro que por fuera, salimos todos los días a trabajar para que a final de mes el banco no nos quite la casa o el señor del gas nos deje sin esa calefacción tan adorable en invierno. Nadie quiere dinero, nooooooooooooooo, no nos gusta estar confortables en nuestros sillones.

Una revolución se enfrenta desde dentro del sistema, con dos “tomates”, no cazando en Alaska con un rifle producido por la mano del hombre, creo recordar que los cazadores primitivos se las apañaban sin ellas. Vivian en la más absoluta precariedad en base del sustento y tenían flechas, lanzas y cuchillos. Ellos sí convivían dentro de un lado salvaje, es más formaban parte de él. (no quiero decir con todo esto que el pobre chico tuviese que cazar con sus manos, pero en el fondo……. no era lo que él buscaba? La sobrevivencia en un medio hostil y primitivo como modo de protesta ante la sociedad? ). Que vaya este individuo a decirle a cualquier mujer del grupo de” Las madres de la plaza de mayo” en Argentina, a Gandhi en la India, a Martin Luther King en USA, o a Nelson Mandela en Sudáfrica lo que es una revolución y lo que significa la libertad. Que vaya a junto de cualquier ser humano de los millones que mueren todos los días por hambre a contarles que se echen al monte y que vivan el lado salvaje.

De la dirección del Señor Penn prefiero no hablar, porque ver postales sobre bosques intercalados por flashback y una tortuosa voz en off que nos cuenta lo que vemos de una manera tan innecesaria no es mi definición de cine favorita. El guión no lo comparto ideológicamente y no tiene sentido para mí. La fotografía es una maravilla, eso sí. La banda sonora es de auténtica locura de lo buena que es.

Explico mi puntuación:
1 punto por la música.
1 punto por la fotografía.
1 punto por el maravilloso Hal Holbrook (Ron Franz)( Por la gloriosa escena de la adopción).
1 punto por el respeto de ser una historia “verídica” que condujo a un niño a tan trágico final.
Total: 4 puntos.
Por Isabel (LISBOA)2009-10-05
É realmente muito bom! (Pontuação: 8)
Não é preciso dizer mais nada, os quatro comentários anteriores ao meu já dizem tudo. Mas realmente não resisti em vir comentar este grande filme e em recomenda-lo!
Por Rita Póvoas (MAIA)2009-06-22
Dos melhores filmes que vi até hoje (Pontuação: 10)
Este fime é absolutamente fabuloso a todos os niveis.
Realização fantástica e uma hIstória que nos faz crescer como seres humanos.
Por FAntunes (CARNAXIDE)2008-07-01
Uma Boa Surpresa (Pontuação: 10)
Este ano os portugueses estiveram com sorte, já que estrearam em Portugal filmes de uma qualidade fora do normal e que são em vários aspectos mencionados como bons filmes ou até mesmo filme do ano. No caso especifíco deste Into de Wild isso é notório, aconteceu comigo ao sair da sala de cinema e certamente o mesmo sucedeu com muitos que foram ver este magnifico filme uma estranha sensação de prazer e com vontade de gritar a alto e bom som, Fogo....que filme fantástico. Não se contenham amigos, vejam este filme com a pessoa que amam ou mesmo sozinhos e certamente nunca o irão esquecer. Uma verdadeira prova de coragem e humanidade resalta em todo o trabalho visionário do Sean Penn. Certamente uma obra prima do século 21.
Por Mario Jacinto (Montijo)2008-06-26
Esmagador (Pontuação: 10)
Talvez me tenha identificado especialmente com o filme por desejar ou ambiconar a coragem daquela grande personagem a que Emile Hirsch dá vida. O filme é potente e estrondoso. Faz-nos sentir tristes, mas ao mesmo tempo concretizados e impressionados com os acontecimentos e os twists que vão atribuindo à história uma qualidade dificilmente superável nos dias de hoje. Esmaga-nos num turbilhão de emoções e sentimentos. Vi o filme no cinema e desde o momento em que a tela ficou preta e as luzes se acenderam até chegar a casa e adormecer experenciei uma sensação estranha e inexplicável que creio que ainda hoje aqui está. Mudou a minha vida. Um filme que irá, certamente, alterar a forma de como todos nós olhamos para o mundo. É OBRIGATÓRIO viver esta grande aventura com a companhia da banda sonora do grande Edide Vedder.
Por André Martins (Lisboa)2008-05-19
Grande filme e grande banda sonora (Pontuação: 10)
Vejam este filme é brutal. Uma historia que podia ser a de qualquer um de nós, com uma banda sonora das melhores feitas até hoje para o cinema. Excelente
Por Bocas (LISBOA)2008-02-10
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