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Tese (Tesis)
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13 Prémios e 4 Nomeações
Realização:
Alejandro Amenábar
Ano: 1996
País:
Espanha
Idade: M/16
Duração: 119 min
IMDB: 7.6 (7.947 votos)
O MESMO AUTOR DE "VANILLA SKY" E "OS OUTROS"

CHAMO-ME ANGELA. VÃO MATAR-ME
Ângela estuda cinema na universidade. No decorrer de uma investigação para a sua tese sobre violência audiovisual, descobre um vídeo em que uma rapariga é torturada e morta num filme "snuff". O seu colega Chema, um apaixonado por filmes violentos, descobre que se trata de Vanessa, uma ex-colega da Universidade desaparecida há dois anos. Rapidamente se vêem envolvidos numa rede que realiza e comercializa filmes de extrema violência e morte, os filmes "snuff" e que alguém da faculdade poderá estar envolvido. O que terá a morte de tão violento e fascinante?
Detalhes Técnicos
Duração: 119 min. Vídeo: Widescreen 16:9 anamórfico
Áudio: Dolby Digital 5.1 Espanhol
Legendas: Português,
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O Limite do Intolerável (Pontuação: 7)
Um primeiro filme impressionante do espanhol Alejandro Amenábar, então um jovem com 24 anos. Para além de um 'thriller', é uma reflexão sobre a morbidez, sobre a curiosidade e atracção que todos sentimos pelo sofrimento alheio. O plano final é ao mesmo tempo uma interrogação do espectador e uma denúncia da "comunicação social", e de todos aqueles que banalizam o mal. Ângela é uma jovem estudante como tantas outras, e que segue em fila na multidão que passa sem ver por um suicida que se encontra trucidado na linha de metro; até que, inesperadamente, ela dá o salto para a beira da linha: Ângela QUER VER! É essa atracção incontrolável pelo horror que a leva à sua aventura, em que teria acabado morta, não fosse o passe de mágica do realizador, que lhe põe uma inverosímil faca na mão, que lhe permite salvar-se. É a única fraqueza do filme, alguns momentos e situações inversosímeis, mas apesar disso vamos ficar colados à cadeira, ou vamos eventualmente parar de ver, enojados. Quando vi este filme pela primeira vez na RTP2, há longos anos, senti-lhe um toque hitchcockiano, que penso que existe, na fascinação pelo crime, nas formas de enganar o espectador, nos subtis jogos de culpa. Uma advertência, este filme é para adultos, e sobre este não há dúvida nenhuma. Acabo com uma citação de Umberto Eco: "Para ser tolerante, é preciso fixar os limites do intolerável". Tesis de Amenábar fixa o limite do intolerável no cinema e no audiovisual. Só por isso valeria a pena vê-lo.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)2015-08-11
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