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Muitos filmes de grande qualidade não têm o destaque que merecem, passando quase despercebidos. Por razões meramente económicas, as verbas promocionais concentram-se apenas em meia dúzia de títulos "mais comerciais". Para contrariar esta tendência, criámos este espaço de partilha e entre-ajuda, onde todos podem participar: escolha os filmes que achou mais marcantes e deixe o seu comentário.
Foram encontrados 2716 comentários. Resultados de 1 a 20 ordenados por data:
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Anatomia (Pontuação: 6)
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Salva-se a Franka!, 2017-03-16
Este é um filme da carreira inicial na Alemanha da actriz Franka Potente, e creio que revê-la jovem, sorridente e numa actuação impecável é o maior motivo de interesse que por aqui iremos encontrar, sobretudo para quem tiver visto Tesis do espanhol Alejandro Amenábar, e perceber que esta Anatomia é o 'remake' mais ou menos disfarçado do muito interessante trabalho de Amenábar, mas com menos talento, menos assustador, menos crível, e sobretudo, sem as camadas de leitura mais profunda de Tesis. Tive problemas com o DVD em dois leitores, é possível que este já não esteja no melhor estado.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Ela (Pontuação: 7)
Trailer
Novo
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Verhoeven, ou uma Caricatura da Vida, 2017-03-15
Do idoso realizador holandês Paul Verhoeven não se devem esperar grandes filmes, pois ele nunca fez nenhum, e anda "nisto" há cinquenta anos. No entanto, é um autor e tem um estilo, que de novo explana em Elle. Desse estilo faz parte chocar o espectador, e aqui Verhoeven encontra uma história bem à sua medida, a da vida adulta da filha de um psicopata em prisão perpétua, e da sua luta para "não sair ao pai"! Isabelle Huppert foi uma boa escolha para a protagonista, apesar de a sua idade já ser excessiva.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
A Queda de Wall Street (BLU-RAY) (Pontuação: 8)
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Esta ópera não é para todos, 2017-02-20
Se é daquele tipo de ser humano preconceituosos que pensa que nisto dos Mercados só existe gente má, fuja deste filme. Fuja também, se não está familiarizado com um nível cultural médio acerca dos ditos. Se é preconceituoso, ignorante ou “ambas as duas” não vai entender nada de “The Big Short” – mas vai seguramente sair dele a odiar ainda mais “isso” dos Mercados, ao bom estilo tuga…

[…, evitem fazerem figura de parvo, como faz Jorge Mourinha no Público ao apelidar este filme de “comédia chico-esperta”]

“The Big Short” não é cinematograficamente um filme genial mas é um filme enorme. Bem escrito, muito bem interpretado, bem filmado. Filmado ao ritmo alucinante de um duelo do velho oeste.

Lá, vamos encontrar tudo o que faz com que uns se apaixonem e outros odeiem o Senhor Mercado Financeiro. Os sete pecados mortais e muitos, muitos outros. Uma ópera da contemporaneidade, absolutamente a não perder. Mas, repito, só para alguns…
Por pedromrsl (LISBOA)
O Caso Spotlight (BLU-RAY) (Pontuação: 6)
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Suficiente, 2017-02-17
Finalmente tive oportunidade de ver o “Best Motion Picture of the Year” 2016. Então é “isto”?

Existe algum cinema em “Spotlight” – o que já não é mau para os tempos que correm. Um excelente argumento – também premiado pela Academia – um belo conjunto de atores, humilde, trabalhador e sempre muito certinho. Talvez até demasiado certinho, pois o filme, quase sempre em estúdio, decorre num ritmo que chega a ser entediante – ate o “nine/eleven” quando chega é recebido com aquele ar…, “outra vez peixe cozido para o jantar?”.

A historia que aqui se conta merecia o oposto daquele tédio. Terrível, vergonhosa e mortal para uma qualquer fé. “Spotlight” não é um mau filme, apenas suficiente.
Por pedromrsl (LISBOA)
Point Break - Caçadores de Emoções (Pontuação: 2)
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A evitar, 2017-02-14
É inevitável a comparação com o filme original de 1991. A começar pela cena de abertura. Impossível não recuar instantaneamente vinte e cinco anos. Lá, no Point Break original, havia mais cinema naqueles primeiros dois minutos e meio do que em todo este filme.
De regresso a dois mil e quinze. Como todos sabemos, uma sequência de cenas bem filmadas não faz um bom filme. Point Break 2015 desenrola-se em registo clip de desportos de acção, sem alma, sem personagens, sem intérpretes, sem nada.
É uma pena, para uma produção gigantesca que correu mundo em busca dos melhores cenários e das melhores condições - as fantásticas imagens da temível bancada de Teahupo’o, Polinésia, aqui pateticamente transformada num reef break junto à costa francesa (bolas, que tamanha palermice!) são um bom exemplo.
Filmes contemporâneos como este, transformam produções à época menores, como o original Point Break, em obras-primas.
Por pedromrsl (LISBOA)
Em Busca da Felicidade (BLU-RAY) (Pontuação: 3)
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História da carochinha, 2017-02-13
Cinematograficamente paupérrimo, “Em Busca da Felicidade” não passa de uma história da carochinha onde apenas se salvam, no argumento e no filme, Will e o seu filho Jaden Smith. (Quase) perca de tempo…
Por pedromrsl (LISBOA)
Love (Pontuação: 4)
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Acto Falhado, 2017-02-11
Este é um típico filme-escândalo, feito para isso mesmo em 3D, mas que no fundo não tem nada para oferecer aos espectadores para além do suposto escândalo. Eros merece muito mais do que este triste exercício de Gaspar Noé, ele que comece por ver O Império dos Sentidos para aprender como se faz!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Amor Suspeito (Pontuação: 6)
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Um Bigode Difícil, 2017-02-07
La Moustache é um filme difícil, e, pelo menos para mim, indecifrável e inclassificável. No limiar do fantástico, mas sem nunca dar o passo para lá de forma explícita, faz-nos rapidamente duvidar sobre aquilo que vemos, realidade ou sonho. Sobretudo, e isso está bem conseguido, interroga-nos sobre o reconhecimento pelos outros e a necessidade que podemos ter dele para mantermos a nossa sanidade mental e o gosto pela vida. É um filme sobremaneira literário, não pelo uso da palavra, mas por ser a adaptação de um livro com o mesmo título, e deixa-nos a sensação de que foi o enredo do livro que estruturou o filme. Enfim, para quem gosta de ossos duros de roer com dois grandes actores, Vincent Lindon e Emmnuelle Devos no apogeu da sua arte, não será de desdenhar. Pode até acontecer que o meu leitor perceba o filme melhor do que eu!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Deixa Chover (Pontuação: 8)
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Para Quem Gosta de Fadas, 2017-02-06
Creio que este terá sido o último filme de Agnès Jaoui ainda casada com Jean-Pierre Bacri, e é, fiel ao estilo do casal, uma divertida e inteligente comédia. Um filme que só poderá trazer boa disposição ao espectador, com a inefável Agnès elle-même no centro da câmara, fazendo aquilo que faz como poucas, de fada - há um filme em que ela acaba, literalmente, no meio das crianças de varinha mágica na mão! No fundo, Agnès Jaoui faz sempre se si mesma nos seus filmes, é ela a fada! Eu gosto de fadas.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Eichmann, o Exterminador (Pontuação: 7)
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A Banalidade de um Psicopata, 2017-02-05
Este é um filme histórico essencialmente sobre o interrogatório a que Adolf Eichmann foi sujeito em Israel depois de capturado, baseado em elementos reais. No final até ouvimos a voz do próprio capitão Avner Less, o oficial que o interrogou em 1960. Apesar de romancear o interrogatório, quer para aumentar o suspense, quer para contrastar o monstro nazi com o bravo polícia, o filme é suficientemente contido para que possamos acreditar naquelas pessoas, que foram ambas bem reais. Como bónus a mulher de Less é Vera, ou melhor, a actriz Franka Potente, que abrilhanta o filme, como seria de esperar. Menção negativa para o descuido de exibir em gabinetes dos anos sessenta mapas da Europa pós-desagregação do bloco de leste e reunificação alemã, coisa de um amadorismo espantoso! Já os episódios passados na segunda guerra mundial estão bem encaixados no interrogatório, e não desviam o espectador do prato principal, o confronto entre Avner Less e Adolf Eichmann.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
A Mulher de Um Bom Advogado (Pontuação: 2)
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Sem Interesse, 2017-02-03
A curiosidade trouxe-me até este filme coreano, mas era a desilusão que me esperava, o que comigo é um hábito com o supervalorizado cinema oriental moderno, que é regra geral tão ou mais desprezível do que os artigos da "loja do chinês". No Oriente, sempre foi o Japão que fez filmes, e as coisas para mim não mudaram. Aqui temos um filme banal, com personagens sem espessura, em que nem o alegado erotismo convence, de tão postiço que é. A evitar.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
De Olhos Abertos (Pontuação: 10)
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Muito bom, 2017-01-23
Um dos melhores filmes que já vi, no sentido que nada é previsível e deixa-nos múltiplas vezes a fazer aquela pergunta "o que é que raio está a acontecer?". Isto sim é um autêntico thriller no verdadeiro sentido da palavra.
Por mruas (OIÃ)
Vanilla Sky
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Um bom filme, mas..., 2017-01-23
Um bom filme e bem construído, muito embora seja uma quase cópia do original "De Olhos Abertos" de Alejandro Amenábar. Muito embora Vanilla Sky possa ser mais belo visualmente, o original ganha mais por ser mais chocante nalgumas cenas, e por não procurar explicar tudo para o expectador na recta final, mas antes deixá-lo a pensar e digerir o que acabou de ver. Se pretendem ver os dois, aconselho vivamente a ver o original em primeiro lugar.
Por mruas (OIÃ)
Dersu Uzala
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Pensar Obrigatório, 2017-01-15
Caído em desgraça no Japão por insucesso comercial, Akira Kurosawa reergue-se maior do que nunca graças a outros países que lhe deram uma nova oportunidade de desenvolver a sua arte, no caso vertente a Rússia - de certa maneira ele é Dersu, explorando a sua própria taiga, livre do seu país. E o resultado foi um dos mais singulares e belos filmes de Kurosawa e mesmo de todo o cinema, este Dersu Uzala. Quem por aqui passar, por Dersu na taiga siberiana, pelo Homem em comunhão com a Natureza, foragido ou renegado pela civilização, não irá esquecer. Atenção, este não é um filme para "ecologistas", nem eu sou "ecologista". É, simplesmente, um grande filme.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Concílio de Pedra
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engano na tradução, 2017-01-15
O menino não é tailandês. A sinopse não traduz em nada o ambiente da história, nem os momentos chave da narrativa. Na minha opinião devia ser revista por forma a ilustrar melhor a história e preparar o espectador para o que vai visionar. A minha opinião sobre esta obra é que fica a quem das expectativas, fica a sensação de que os argumentistas a certa altura se desentenderam em relação ao final e fica assim tipo uma coisa arrumada "às três pancadas".
Por tecas (LISBOA)
Uma História Simples (Pontuação: 7)
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Gosto de ficçao cientifica, 2016-12-29
Gosto de ficção cientifica, mas nada me impede de ver outros filmes.
No caso deste filme, gostei, historia bem contada, não tem tempos mortos, prendeu-me a atenção. Não adormeci nem me levou ao tédio. fermat
Por fermat (ARRANHó)
Close-Up (Pontuação: 9)
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O Cinema Reinventa-se, 2016-12-28
Este é mais um belo e raro Kiarostami, que só agora vi, graças à Cineteka. Um filme diferente, porque documenta uma situação real, o chamado 'fait divers', que Kiarostami decidiu aproveitar de imprevisto para fazer um filme, mas, e o mas é de peso, usando os próprios intervenientes, representando-se ... a si mesmos! Todo o esquema narrativo e montagem usados são magistrais, aproveitando o próprio julgamento de Hossain Sabzian, "personagem" principal, e que a ficha da Cineteka acima estranhamente omite. Um filme que baralha todo o cinema e volta a dar, terminando em autêntica poesia visual, para aqueles que forem capazes de não abandonar Hossain na sua infelicidade. Um filme magnífico, para muitos uma obra-prima. Saliento um extra no DVD com um comentário de Jorge de Silva Melo, um dos que se sentiu esmagado por este filme. Sabe umas coisitas de cinema, ele!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
E Agora Invadimos o Quê? (Pontuação: 6)
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Michael Moore no seu Melhor, 2016-12-28
Michael Moore volta a partir na sua interminável cruzada de esquerda por vezes bastante radical, mas desta feita com uma dose de humor e de perspicácia suficientes para tornar o visionamento do produto agradável, e mesmo comovente, por exemplo, quanto transpõe para os EUA o exercício de memória colectiva alemã do nazismo. Depois de concluir que desde a Segunda Guerra Mundial o seu país, os EUA, perdem todas as guerras em que se metem (vê-se logo aqui o grau de demagogia do autor), ele é enviado pelo Pentágono para realizar invasões de países, sozinho, armado apenas com a 'stars and stripes'. Essas invasões destinam-se a descobrir as razões dos sucessos desses outros países em diversos problemas que afligem os EUA - por exemplo, Michael Moore vai descobrir que os alunos finlandeses, aqueles que apresentam os melhores resultados mundiais nas avaliações de aprendizagens, não fazem trabalhos de casa! Este é um documentário, como seria de esperar de Michael Moore, extremamente manipulador do espectador, de propaganda boa parte do tempo. Não o recomendaria a pessoas ingénuas.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
Um Conto de Natal (Pontuação: 7)
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Um desfile de grandes actores, 2016-12-27
A brincar a brincar se dizem as coisas sérias, e este filme, verdadeiro desfile do 'gratin' do cinema francês recente, prova isso mesmo. Se aceitarmos a palavra comédia, esta terá que ser temperada, chamemos-lhe uma comédia pesada ou negra (e longa!). Apesar dos seus oito anos e do meu interesse pela cinematografia francesa, só agora o vi na sua totalidade, e valeu a pena. Só pelo desfile de actores, Catherine Deneuve, Jean-Paul Roussillon, Mathieu Amalric, Emmanuelle Devos, Chiara Mastroianni, etc, já valeria a pena, mas acresce a história de uma família "roubaisiana", sua dinâmica familiar e suas patologias bem esboçadas, e o resultado consegue sempre manter o interesse. A descobrir!
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
O Filho de Saul (Pontuação: 2)
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Bola Preta para Cannes, 2016-11-01
Este Filho de Saul é um filme que é mais um aproveitamento de um tema que vende sempre, o Holocausto judeu da Segunda Guerra Mundial, que aqui dá origem a uma obra menor sem ponta por onde se lhe pegue, e que estranhamente ou não foi apreciada pela crítica e até pelo júri de Cannes. Trata-se de um exemplo de mau cinema, radicalmente histérico, com a câmara ao ombro colada o tempo todo às costas do protagonista, que parece por sua vez possuído de uma energia tão demoníaca quanto ridícula, dado o contexto concentracionário em que se move a personagem. Se os irmãos Dardenne conseguiram fazer um grande filme colando a câmara a Rosetta no filme do mesmo nome, aqui o falhanço é total, porque o cinema não é apenas técnica, é arte, e isso é mesmo aquilo que não iremos encontrar neste exercício falhado. É um filme, mas não foi feito para o espectador. Ao contrário do que se possa pensar, isso é comum. Tive que desistir de o ver, penso que só pessoas bastante masoquistas o suportarão. Laszlo Nemes conseguiu a "proeza" de expandir o horror de Auschwitz-Birkenau até ao espectador do seu filme, sem lhe oferecer nada.
Por Pedro Fernandes (PAçO DE ARCOS)
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